Gabriel Martinelli deixou o Corinthians aos 13 anos para acompanhar a mudança da família para Itu e, ao optar pelo Ituano, encontrou o espaço e a tranquilidade que o projetaram como alvo de 25 clubes anos depois.
Gabriel Martinelli: trajetória e escolhas
Nascido em Guarulhos, Gabriel Martinelli integrou o futsal e as categorias de base do Corinthians desde os seis anos. No período em que atuou nas categorias de campo, entre os 10 e 13 anos, o atacante registrou 73 gols em 139 jogos. Em 2015, quando os pais se aposentaram e mudaram-se para Itu, o jovem topou a mudança: fez teste no Ituano, recebeu aprovação da direção e decidiu priorizar a vida familiar e a oportunidade de protagonismo em um clube menor.
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Escolha familiar que deu result
A permanência na cidade do interior permitiu a Martinelli buscar minutos com menos pressão e consolidar-se. Nos quase cinco anos no Ituano, o atacante tornou-se protagonista: foram 94 jogos e 65 gols nas divisões de base e, já no time profissional, registrou 31 partidas, dez gols e seis assistências, números que atraíram olhares do Brasil e da Europa.
O agente do jogador, na época em que ainda atuava no Ituano, revelou que o atacante recebeu 25 sondagens — oito de clubes brasileiros e 17 de equipes europeias — antes do acerto com o Arsenal quando completou 18 anos, em negócio que teria rendido cerca de R$ 30 milhões ao Ituano. Entre as propostas nacionais mencionadas estavam Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Santos, Cruzeiro, Atlético-MG, Flamengo e Fluminense.
Do Ituano ao interesse internacional
A trajetória de Gabriel Martinelli incluiu passagens por testes em clubes grandes: o atacante chegou a treinar em períodos de avaliação no Manchester United e no Barcelona. Essas experiências, segundo relatos do jogador à imprensa, foram determinantes para seu desenvolvimento técnico e tático e ajudaram a confirmar projeções sobre seu futebol.
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Transição para o Arsenal
Ao aceitar a proposta do Arsenal, Martinelli iniciou a carreira na Europa com contrato válido até o final da temporada 2026/27, ou seja, até julho de 2027. Desde então, o atacante recebeu novas sondagens por seu desempenho na Inglaterra, mas não definiu publicamente próximos passos de mercado.
- Decisão familiar: mudança para Itu e teste no Ituano.
- Protagonismo: destaque nas categorias de base e vaga no profissional do Ituano.
- Interesse amplo: 25 clubes apontados como interessados antes da ida à Europa.
Dentro do contexto da Seleção, Martinelli também conquistou espaço: esteve entre os convocados para a Copa de 2022, no Catar, e manteve a ambição de grandes objetivos — da Champions League à camisa canarinha — desenhada em conversas com o pai quando ainda era adolescente.
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Martinelli e a Copa do Mundo
No contexto da Copa do Mundo citado na reportagem original, o atacante voltou a aparecer entre os titulares em treinos da Seleção sob comando do técnico Carlo Ancelotti, e havia expectativa de que fosse opção para o duelo entre Brasil e Noruega em Nova Jersey, pelas oitavas de final. A preparação e a titularidade em treinos foram ressaltadas como indícios do quanto o atacante avançou desde a saída da base corintiana.
A cobertura do caso pode ser complementada com análises sobre a seleção adversária, como o raio-x da Noruega, e também com o relato da atuação mais recente de Martinelli na competição, registrando momento de destaque descrito em matéria do site local Martinelli vira maestro de Ancelotti na virada sobre o Japão. Para quem busca informações práticas sobre a partida, há orientações sobre transmissão e prováveis escalações em textos como Brasil x Noruega: onde assistir, horário e prováveis escalações.
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Apesar do sucesso na Europa, Gabriel Martinelli nunca escondeu o desejo de vestir a camisa profissional do Corinthians no futuro, promessa feita ao pai quando deixou a base. Até que esse possível retorno se realize, o atacante segue acumulando experiência internacional e mantendo uma trajetória pouco comum entre jovens que saem cedo das grandes bases sem priorizar a convivência familiar.
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Fechamento: a história de Gabriel Martinelli é exemplo de trajetória construída dentro de escolhas pessoais — a saída do Corinthians aos 13 anos para acompanhar a família em Itu, o protagonismo conquistado no Ituano, o interesse de 25 clubes e a transição para o Arsenal — que ilustram caminhos alternativos e bem-sucedidos no futebol contemporâneo.
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