A Suíça nas quartas venceu um desafio duplo em Vancouver: superou o desfalque de peça-chave e quebrou um tabu que durava desde 1954 ao eliminar a Colômbia nos pênaltis, após 120 minutos equilibrados.
Suíça nas quartas: como aconteceu
O confronto foi definido na tensão das penalidades e teve Murat Kobel como protagonista. O goleiro do Borussia Dortmund brilhou — defendeu a cobrança de Cucho Hernández e também fez uma defesa dura em finalização de Puerta no tempo normal — e foi apontado como principal responsável pela classificação suíça.
O duelo começou com controle de posse e muita disputa sem a bola. A Colômbia, com circulação mais rápida entre zaga e laterais, criou a primeira grande chance: Puerta obrigou Kobel a uma defesa no ângulo. Depois da parada para hidratação, a Suíça encontrou alternativas com Rieder e Jashari nas costas do meio colombiano e passou a inquietar o setor defensivo adversário.
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No segundo tempo, as alterações mudaram o perfil das duas equipes. Djibril Sow entrou e deu mais mobilidade à Suíça; na Colômbia, Campaz e Quintero vieram para tentar dar mais criatividade ao setor ofensivo. Mesmo com oscilações e desgaste físico, as oportunidades surgiram dos dois lados, e a partida seguiu sem gols até a prorrogação.
Prorrogação e decisão
Na prorrogação, a Colômbia levou perigo em jogadas aéreas com Davinson Sánchez e Lucumí, e este último chegou a acertar o travessão. A Suíça respondeu em rápidas transições, apostando no lado esquerdo, onde Vargas apareceu com chances e participou de jogadas de infiltração.
Nos pênaltis, a diferença nas redes acabou sendo pequena. Além da defesa de Kobel na cobrança de Cucho Hernández, Davinson Sánchez colocou a sua batida por cima. Do lado suíço, Akanji falhou ao chutar por cima, mas Xhaka, Amdouni, Cédric Itten e Rúben Vargas converteram com precisão, garantindo a vaga.
Tática, escalações e momentos-chave
Com o desfalque do meia Manzambi e a ausência de Aebischer, Murat Yakin optou por um meio mais vigoroso com Jashari. Rieder partiu como ponteiro-direito e depois se deslocou para dentro; Rúben Vargas começou no banco, mas ganhou espaço durante a partida.
- Defesa decisiva: Murat Kobel foi fundamental com defesas em momentos cruciais, inclusive em penalidade.
- Substituições: Mudanças como Sow, Campaz e Quintero alteraram o ritmo do jogo.
- Decisão nas penalidades: Erros alternados levaram a vitória suíça na loteria das cobranças.
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O que muda para a Suíça
Com a classificação, a Suíça nas quartas volta ao mapa das fases finais depois de uma ausência que remontava à década de 1950. O resultado aumenta a confiança do grupo e destaca a solidez defensiva e a disciplina tática do time nas partidas de mata‑mata.
Para acompanhar a preparação do time suíço rumo às quartas e as repercussões, há cobertura prévia e análises em outros conteúdos, como a prévia de transmissão e escalações e o histórico da campanha da Suíça na fase de grupos.
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Fechamento: a Suíça nas quartas chega com moral e um goleiro em alta para a próxima fase. A classificação veio com muito equilíbrio e decisões individuais que definiram a vaga depois de 120 minutos e das cobranças.
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