Vilões da Colômbia foram decisivos na eliminação contra a Suíça: Davinson Sánchez e Cucho Hernández, responsáveis por cobranças perdidas na definição por pênaltis, já chegaram a ser alvo de clubes brasileiros em janelas de mercado recentes.
Vilões da Colômbia e as negociações com clubes brasileiros
A seleção da Colômbia foi eliminada nas oitavas de final da Copa do Mundo após empate em 0 a 0 contra a Suíça, em Vancouver, e derrota por 4 a 3 nos pênaltis. No decorrer da partida, Davinson Sánchez acertou o travessão enquanto Cucho Hernández teve a cobrança defendida — episódios que colocaram os dois como protagonistas do desfecho da partida.
O contexto esportivo da eliminação está coberto em reportagens sobre a campanha e o confronto. Para detalhes sobre a partida e escalações, o guia de transmissão traz informações sobre a partida em Vancouver e o resultado que levou a Suíça adiante.
No plano de mercado, os caminhos dos dois jogadores cruzaram o futebol brasileiro em momentos distintos. Em junho de 2023, Sánchez, então com 27 anos e sob contrato com o Tottenham, foi oferecido por empresários ao Flamengo. O clube rubro-negro chegou a analisar a possibilidade, mas priorizou outras contratações naquele período; pouco depois, Sánchez acabou negociado com o Galatasaray por cerca de 9,5 milhões de euros.
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Já Cucho Hernández chamou a atenção do futebol brasileiro no início de 2025, quando se destacava no Columbus Crew e foi eleito o segundo melhor jogador da MLS na temporada, atrás apenas de Lionel Messi. O Botafogo chegou a formalizar uma oferta ao atacante, mas não houve acordo salarial com o jogador e seu estafe. Mais tarde, Cucho foi negociado com o Real Betis por cerca de 13 milhões de euros.
O perfil dos alvos e as decisões dos clubes
As movimentações mostram como clubes brasileiros frequentemente monitoram mercados externos em busca de opções que se adaptem ao perfil técnico e financeiro das equipes. No caso de Davinson Sánchez, a opção do Flamengo por outros nomes naquele momento resultou em prioridade por nomes como Allan e De la Cruz; no caso de Cucho, a questão salarial barrou a negociação com o Botafogo.
Jogadores do futebol brasileiro na seleção colombiana
A delegação colombiana que disputou a Copa do Mundo contava com quatro atletas vinculados ao futebol brasileiro:
- Arias (Palmeiras), titular em todas as partidas do Mundial;
- Andrés Gómez (Vasco), que entrou nos minutos finais contra o Uzbequistão na fase de grupos;
- Carrascal (Flamengo), que não chegou a entrar em campo;
- Juan Portilla (Athletico-PR), que também não foi utilizado.
O aproveitamento e a presença de jogadores que atuam no Brasil reforçam a relação estreita entre o mercado sul-americano e as seleções, um tema recorrente em análises sobre a preparação e formação de elencos em torneios internacionais. Para contexto sobre a campanha da Colômbia e o desempenho defensivo na partida, há relatos que destacam a atuação coletiva do time durante o confronto contra a Suíça.
Nos capítulos de mercado, os episódios envolvendo Davinson Sánchez e Cucho Hernández ilustram negociações que chegaram a ser ventiladas publicamente e, por diferentes razões, não se concretizaram no Brasil — seja por opção do clube comprador, limitações contratuais ou decisões salariais do jogador e de seu estafe.
Ao longo da cobertura do mata-mata, análises sobre a partida e repercussão dos lances decisivos surgiram em diferentes reportagens, incluindo textos que tratam da vaga suíça nas quartas de final e da preparação das seleções para a próxima fase.
Para quem busca detalhes do duelo e repercussões imediatas, confira a cobertura que explica como a Suíça avançou e as reações após o jogo.
Em resumo, os dois nomes que se tornaram os Vilões da Colômbia na definição por pênaltis já estiveram no radar de clubes brasileiros, em episódios que agora voltam ao noticiário por conta da eliminação no Mundial. A trajetória dos atletas e as decisões de mercado serão parte das próximas discussões sobre reforços e oportunidades no futebol sul-americano.
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