Lawrence Shankland afirmou que guarda lembranças especiais do Brasil em Copas do Mundo e espera nova oportunidade contra a seleção brasileira na última rodada do Grupo C — um jogo que pode decidir o futuro da Escócia na competição.
Lawrence Shankland e o respeito ao Brasil
Titular na estreia da Escócia na Copa, na vitória sobre o Haiti, Lawrence Shankland não foi utilizado contra o Marrocos na segunda rodada e aguarda a chance de entrar diante do Brasil, às 19h (de Brasília) desta quarta-feira. Segundo o atacante, a equipe escocesa sabe da dificuldade do confronto, mas encara a partida com foco nas próprias tarefas táticas.
Uma memória de infância
Para Shankland, o Brasil tem um lugar especial nas suas lembranças de Copa: “Para mim, quando você pensa em Copa do Mundo, acho que o Brasil é um dos primeiros times que vêm à mente. O primeiro time que me lembro de assistir direito em uma Copa do Mundo e vê-los vencer” — disse o atacante, reforçando o peso histórico da seleção brasileira para gerações que acompanharam o torneio.
Na avaliação do jogador, um empate contra o Brasil também teria valor prático: a Escócia precisa vencer para avançar direto, mas, na visão de alguns integrantes do elenco, um ponto pode manter vivas as chances de seguir adiante pelo saldo de terceiros melhores colocados.
Transmissão: TV Globo, sportv e ge tv. A partida é decisiva para a definição das vagas no Grupo C.
Expectativa de atuação de Lawrence Shankland
Lawrence Shankland ressaltou que fará o possível para estar entre os escolhidos do treinador: treinar bem, aproveitar oportunidades e apresentar argumentos em campo. O atacante volta ao panorama da seleção após período distante — ele foi reintegrado ao grupo pouco antes do Mundial e marcou dois gols no amistoso contra Curaçao, num resultado de 4 a 1 que serviu como preparação final.
Na temporada anterior, Shankland terminou como artilheiro do Hearts, com 20 gols, e tem prevista transferência para o Rangers após o término da Copa. O centroavante destacou que pretende “aproveitar o torneio” e que pensa em decisões de mercado apenas depois do retorno para casa.
Neymar e a atenção sobre a seleção brasileira
O confronto também pode marcar um reencontro com Neymar, um dos principais nomes do Brasil, que começou o jogo contra a Escócia no banco. Shankland reconheceu a importância do atacante para o time brasileiro e preferiu deixar a expectativa do confronto mais nas mãos dos torcedores: “Ele é obviamente uma figura icônica para os brasileiros”.
“O que precisamos fazer é nos concentrar nas nossas funções em campo, contra uma boa equipe, e dar o nosso melhor.” — Lawrence Shankland
Contexto tático e possibilidades de escalação
A Escócia entra para o duelo com necessidade de buscar os três pontos para avançar diretamente. Em termos práticos, a equipe tem opções no banco e um leque de escolhas para o técnico ponderar, mas Shankland disse que o processo passa por aproveitar treinamentos e criar alternativas quando surgir a oportunidade.
- Situação do Grupo C: vitória classifica direto, empate pode levar à disputa entre terceiros.
- Shankland: reenviado à seleção pouco antes do Mundial, com boa fase no clube.
- Possível confronto com Neymar: atenção máxima, sem deixar que a expectativa atrapalhe o desempenho coletivo.
O próprio centroavante comentou que, como atacante, busca momentos de cara a cara com o gol e espera que a equipe consiga criar chances claras no confronto diante do Brasil. A visão é pragmática: foco nas funções próprias e trabalho para gerar oportunidades.
Histórico recente e curiosidade
Além da participação na preparação da Escócia, a trajetória de Shankland no futebol escocês vinha em destaque pelo desempenho no Hearts; detalhes sobre a renovação e o desfecho da temporada e as circunstâncias da transferência estão registrados em uma análise sobre seu papel no clube: histórico do atacante no Hearts.
Outro nome que tem dado trabalho à defesa brasileira é Che Adams, que também aparece nas discussões sobre o elenco da Escócia e suas alternativas ofensivas.
Ambas as referências internas ajudam a contextualizar o momento do conjunto escocês e as opções que o treinador tem pela frente para tentar surpreender o Brasil.
O time dirigido pela Escócia entra em campo ciente da grandeza do adversário, mas com ambição de protagonizar o que seria uma virada importante na tabela do Grupo C. Lawrence Shankland resumiu bem a postura: concentração no trabalho coletivo e disposição para aproveitar qualquer oportunidade que surgir.
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