Douglas Santos viveu um momento marcante ao ser titular da Seleção Brasileira na estreia da Copa do Mundo, no empate por 1 a 1 com Marrocos, e não deixou de lembrar as origens e o apoio recebido no início da carreira.
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Em entrevista, o lateral recordou a influência de Kuki, ídolo do Náutico e um dos incentivadores que o acompanhou nos primeiros passos rumo ao profissionalismo. “Várias pessoas de Pernambuco têm falado comigo, torcido e orado, especialmente o Kuki, que foi um cara que me ajudou bastante a chegar ao profissional”, afirmou o jogador.
Douglas Santos e as raízes no Náutico
A trajetória do atleta começou nas categorias de base do Náutico, clube pelo qual foi promovido ao time profissional em 2012. No clube pernambucano, Douglas Santos acumulou 26 jogos, dois gols e uma assistência antes de ser negociado para o futebol europeu.
O apoio de veteranos e ídolos locais, como Kuki, aparece como elemento recorrente na narrativa do jogador: orientações sobre rotina, foco e a convivência com a pressão do ambiente profissional. Segundo Douglas Santos, conselhos desse tipo foram decisivos para que ele se mantivesse e evoluísse.
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Carreira: vendas, clubes e conquistas
Após se destacar no Náutico, Douglas Santos foi negociado em 2013 com o Granada, da Espanha, em uma transferência que envolveu R$ 4,5 milhões — registrada como a segunda maior venda da história do clube na época. Passou também por Udinese (Itália), Atlético-MG e Hamburgo (Alemanha) antes de se transferir para o Zenit, da Rússia, em 2019.
No Zenit, Douglas Santos se firmou como uma peça importante, chegou à capitania do elenco e ultrapassou a marca de 200 partidas pelo clube, além de ter conquistado o título nacional na temporada mais recente, somando ao currículo uma sequência de seis campeonatos nacionais com a equipe russa.
Na seleção
Pela Seleção Brasileira, Douglas Santos soma oito jogos disputados. Sua primeira convocação ocorreu ainda em 2013, quando defendia o Náutico, para um amistoso contra a Bolívia. Mais de uma década depois, ele voltou a ocupar posição de destaque ao ser titular na abertura da Copa, cenário que o levou a retomar o contato com torcedores e antigos companheiros de clube.
O lateral destacou que as conversas com quem o acompanhou desde cedo foram fundamentais para manter a disciplina necessária ao alto nível: “Ele é um cara que converso bastante, que sempre me procurou para dar boas instruções para que eu pudesse chegar ao profissional e me manter, que era o mais difícil na época”.
Douglas Santos e o reconhecimento público
O reconhecimento pela trajetória também apareceu nas redes e na imprensa, com matérias que revisitavam a primeira convocação do jogador e sua trajetória até a Copa. Para leitores interessadas em aprofundar o tema, há conteúdos que detalham a carreira de Douglas Santos e a formação do elenco brasileiro para o Mundial, como o perfil que reúne curiosidades sobre o atleta e a análise das escolhas de escalação para a Seleção.
Reportagens recentes e apurações jornalísticas ajudam a compor o panorama desta fase da carreira do lateral, incluindo histórias sobre convocações, desempenho em torneios e a relação com clubes formadores. Uma leitura complementar sobre a trajetória de Douglas Santos está disponível em análises que relembram sua primeira convocação e a evolução até a vaga na Copa do Mundo, disponíveis em publicações especializadas sobre Douglas Santos na Copa e em textos que discutem as escolhas da seleção para confrontos recentes.
- Formação: categorias de base do Náutico;
- Promoção ao profissional: 2012;
- Transferência à Europa: Granada em 2013 (R$ 4,5 milhões);
- Clubes: Udinese, Atlético-MG, Hamburgo e Zenit;
- Seleção: primeira convocação em 2013; oito jogos disputados.
Além disso, elementos culturais e de apoio local têm sido ressaltados como parte essencial da construção do atleta, com ex-jogadores e torcedores de Pernambuco acompanhand o jogador em sua carreira internacional. Para quem se interessa pelo contexto maior da seleção no Mundial, há também análises e ilustrações que projetam formações e expectativas sobre os titulares do Brasil em outras publicações.
Ao revisitar sua história, Douglas Santos evidenciou que apoio e orientação pessoal serviram como sustento em momentos decisivos, sem minimizar a responsabilidade que acompanha representar o país em uma Copa do Mundo.
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Em fechamento, o relato de Douglas Santos destaca a importância de uma base sólida, com referências dentro do próprio estado, e reforça a ligação entre sucesso individual e laços mantidos com a comunidade que acompanhou sua formação.
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