Matheus Cunha voltou a marcar pela Seleção e chegou ao terceiro gol na Copa de 2026 nos Estados Unidos, confirmando recuperação após a frustração de ficar fora do Mundial anterior. O atacante ampliou a vantagem do Brasil contra a Escócia aos 14 minutos do segundo tempo, em jogada que começou com Casemiro e terminou em assistência de Bruno Guimarães.
Matheus Cunha amplia disputa pela artilharia
No lance do terceiro gol, Matheus Cunha invadiu a área pela direita e concluiu rasteiro, colocando números finais no placar. Antes desse gol, Cunha já havia marcado duas vezes na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, e a soma de tentos tornou o camisa 9 peça importante na rotação ofensiva da equipe.
A disputa interna pela artilharia da Seleção tem sido dominada por Matheus Cunha e Vini Jr, com o jogador do Real (Vini Jr) tendo chegado primeiro aos três gols e, em seguida, anotado o quarto. A concorrência entre os atacantes oferece alternativas ao comando técnico e amplia as opções táticas para as partidas chave do torneio.
Desde a sua primeira convocação por Tite, em setembro de 2021, Matheus Cunha acumula 26 jogos e quatro gols pela Seleção, dados que mostram uma trajetória de crescimento no cenário internacional. A presença como camisa 9 nesta Copa, sob o comando de Ancelotti, trouxe ao atacante uma responsabilidade renovada e a chance de consolidar-se entre os nomes de referência do ataque brasileiro.
O protagonismo de Cunha vem sendo destaque na cobertura esportiva. Em matérias recentes, o desempenho e a evolução do jogador foram analisados em diferentes ângulos, desde a consolidação na função de referência até a repercussão familiar após os gols — temas abordados por reportagens que contextualizam sua ascensão na equipe nacional. Para acompanhar esse panorama, a reportagem sobre o protagonismo de Cunha aprofunda o desempenho do atacante na Copa.
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Antes de alcançar esse momento de afirmação, Matheus Cunha viveu episódios marcantes na carreira: ficou de fora da lista para a Copa anterior e compartilhou nas redes um vídeo em que reagiu emocionado ao saber que não viajaria ao Mundial do Catar. Quatro anos depois, com Ancelotti à frente da equipe, o atacante retornou ao torneio como opção de confiança para o setor ofensivo.
A formação e a trajetória de Matheus Cunha também são parte da narrativa de superação. O percurso desde as categorias de base até o cenário internacional foi retratado em perfis que lembram suas origens no futebol brasileiro e a adaptação ao estilo de jogo europeu — detalhes cobertos em reportagens sobre sua formação e trajetória, como a que recorda quando foi formado no Coritiba.
O que muda com a recuperação do jogador
- Mais opções ofensivas para o treinador, com variações de posicionamento entre os atacantes;
- Pressão interna por artilharia que pode motivar rendimento coletivo e individual;
- Possibilidade de rotação que preserva titulares para fases decisivas do torneio.
Além do aspecto técnico, a disputa pela artilharia também tem reflexos na atenção da imprensa e dos torcedores. Matheus Cunha passou a ser observado com maior cuidado após os gols nas fases iniciais da Copa, e a comparação com Vini Jr ganha espaço tanto nas análises de desempenho quanto nas conversas sobre escolhas táticas.
O capítulo pessoal da família também teve espaço: reportagens mostraram a emoção dos parentes após os gols do atacante, um aspecto humano que acompanha o desempenho em campo e que reforça a narrativa de retomada na carreira. Para lembrar essa recepção, há coberturas que relatam as reações da família após os gols na Copa.
O confronto diante da Escócia e a sequência de partidas do torneio oferecerão novos desafios para Matheus Cunha, que precisa manter a regularidade para seguir na briga pela artilharia e continuar como opção ofensiva confiável. A evolução do jogador no torneio será acompanhada tanto pelo corpo técnico quanto pela torcida, enquanto a Seleção ajusta sua estratégia para as próximas fases.
Em paralelo, o desempenho de Vini Jr segue sendo um comparativo natural e pauta constante; para quem acompanha estatísticas e pontuações, há conteúdo que analisa a performance do rival na competição e sua repercussão, como a matéria que aborda a atuação de Vini Jr no torneio.
Como fechamento, resta acompanhar as próximas partidas e a gestão do elenco pelas comissões técnicas. Matheus Cunha tem agora a missão de transformar a boa fase em resultados consistentes, consolidando-se entre os atacantes que podem decidir o destino da Seleção na Copa.
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