Formado no Coritiba, Matheus Cunha morou no Couto Pereira antes da Europa

Matheus Cunha jovem no alojamento do Coritiba
Primeiro post de Matheus Cunha nas redes sociais — Foto: Reprodução

Matheus Cunha nasceu em João Pessoa e chegou ao Coritiba aos 14 anos, em 2013, onde viveu no alojamento sob as arquibancadas do Couto Pereira antes de se transferir para a Europa e, anos depois, marcar seus primeiros gols em Copa do Mundo na vitória do Brasil sobre o Haiti.

Matheus Cunha: início no Coritiba

O alojamento do Coritiba, reservado a jovens das categorias de base que vêm de outras cidades, foi o primeiro lar de Cunha no futebol profissional. Ali dividiram espaço com ele outros nomes que passaram pelas categorias do clube, como o lateral Rafinha e o zagueiro Miranda. O período na base foi acompanhado de perto pelo treinador César Bueno, que recorda o atleta ainda franzino e em processo de ganho físico e posicionamento.

Matheus Cunha em início no Coritiba — Matheus Cunha
Matheus Cunha em início no Coritiba — Foto: Reprodução

Durante os quatro anos na base do Coxa, Cunha recebeu o apelido de “Paraíba” no clube, alcunha que o técnico da época adotou para diferenciá‑lo de outro jogador com mesmo nome. Apesar da passagem marcante na estrutura do clube paranaense, ele não chegou a estrear pelo time profissional antes de se transferir para a Europa aos 18 anos.

Da base para a Europa

Em 2017, com 18 anos, Cunha foi negociado com o Sion, da Suíça, por R$ 700 mil — valor que o Coritiba utilizou para a contratação do volante Matheus Galdezani. A partir dali, a carreira do atacante seguiu por clubes europeus de destaque: RB Leipzig, Atlético de Madrid e Wolverhampton, até chegar ao Manchester United na última temporada.

O percurso entre as categorias de base e a Seleção Brasileira — culminando nos gols pelo Brasil contra o Haiti na Copa do Mundo — é lembrado pelo treinador César Bueno como um exemplo de evolução: ele destacou a mudança física e tática do jogador e disse que a trajetória confirma a personalidade vencedora que Cunha já demonstrava na base.

A repercussão dos gols de Cunha na Copa também chegou ao círculo pessoal do atleta: familiares emocionaram‑se com os lances, relato amplamente divulgado pela imprensa local e nas redes sociais. Veja as reações dos pais em uma cobertura especial sobre o episódio no Guia Esportivo:

Pais de Matheus Cunha se emocionam após dois gols na Copa

Além disso, há registros da emoção da mãe após o gol, noticiada com destaque pelas equipes de cobertura da seleção:

Emoção da Mãe de Matheus Cunha Comove Redes após Gol na Copa

Gol Matheus Cunha Brasil x Haiti Seleção — Matheus Cunha
Gol Matheus Cunha Brasil x Haiti Seleção — Foto: Dylan Martínez/Reuters

Trajetória e importância

O caminho trilhado por Matheus Cunha — da base do Coritiba até a Copa do Mundo — ilustra o papel das estruturas de formação no interior dos clubes. O alojamento do Couto Pereira funciona como ponto de acolhimento para jovens talentos que chegam de outras regiões, oferecendo condições para treino e estudo enquanto os atletas amadurecem técnica e fisicamente.

Na carreira adulta, Cunha consolidou‑se como atacante com mobilidade, presença de área e capacidade de finalização, atributos que o colocaram no radar das seleções e de clubes europeus. Sua venda ao Sion foi o primeiro passo comercial importante, seguido por movimentações que o levaram a times de maior visibilidade e competição internacional.

Clubes por onde passou

  • Sion (Suíça)
  • RB Leipzig (Alemanha)
  • Atlético de Madrid (Espanha)
  • Wolverhampton (Inglaterra)
  • Manchester United (Inglaterra)

Mesmo sem estrear profissionalmente pelo Coritiba, a formação no clube paranaense foi determinante para a consolidação do jogador. O técnico que o acompanhou na base afirmou que Cunha merece o sucesso alcançado e ainda tem potencial para evoluir e contribuir em competições como a Copa do Mundo.

Além da repercussão esportiva, a vitória do Brasil e os gols de Cunha tiveram reflexos na torcida e em episódios comemorativos dentro de estádios, um desses registros foi a música do penta tocada após a vitória da seleção, cobertura também presente no Guia Esportivo:

Estádio toca música do penta após vitória do Brasil

Fechamento

Matheus Cunha segue em ascensão, com trajetória que parte do alojamento do Couto Pereira e passa por clubes europeus até a seleção nacional. Sua história reforça a importância das categorias de base e dos cuidados com a formação integral do atleta — físico, técnico e emocional — para que talentos regionais alcancem palcos internacionais.

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