Kylian Mbappé confirmou que ficou com a bola da final da Copa do Mundo de 2022 autografada por Lionel Messi, segundo reportagem do jornal L’Equipe. A bola da final, lembrança do duelo entre França e Argentina, permanece guardada na casa do atacante francês desde então.
Bola da final e autógrafo de Messi
De acordo com a publicação francesa, Mbappé decidiu quebrar o protocolo naquela noite e pediu a Messi que assinasse a bola da final — um gesto que simboliza tanto respeito entre rivais quanto a dimensão histórica da partida. O atacante francês havia marcado três gols na decisão e levou o objeto por ter sido protagonista daquele jogo.
Mesmo com o vice-campeonato, a bola da final passou a integrar as lembranças mais valiosas do jogador e costuma ficar ao lado de outros itens que marcaram a carreira de Mbappé.
Contexto do duelo e a artilharia das Copas
O episódio também reacende a atenção sobre a disputa histórica pela artilharia em Copas do Mundo. Lionel Messi, aos 38 anos, alcançou 16 gols em Mundiais ao marcar um hat-trick contra a Argélia, igualando Miroslav Klose como o maior artilheiro da história do torneio. Mbappé, por sua vez, soma 14 gols e apareceu recentemente como destaque na estreia da França, quando marcou duas vezes na vitória sobre Senegal.
O desempenho do atacante francês na atual edição já foi tema de cobertura do portal: confira a análise da estreia da França e os pontos altos da atuação de Mbappé.
O valor simbólico da relíquia
Relíquias como a bola da final carregam valor simbólico e afetivo: representam momentos decisivos da carreira de atletas e preservam memórias de partidas que entram para a história do futebol. No caso em questão, a assinatura de Messi confere à bola um duplo significado — marcador individual da decisão e registro do encontro entre dois dos maiores atacantes de sua geração.
Fontes próximas ao caso dizem que a relíquia não costuma ser exibida publicamente, mantendo-se mais como recordação pessoal do jogador.
Duelo de artilheiros e ranking histórico
A disputa por gols em Copas é antiga e repleta de nomes consagrados. Seguem os maiores artilheiros citados na reportagem original:
- Miroslav Klose (Alemanha) e Lionel Messi (Argentina) – 16 gols
- Ronaldo (Brasil) – 15 gols
- Gerd Müller (Alemanha) e Kylian Mbappé (França) – 14 gols
- Just Fontaine (França) – 13 gols
- Pelé (Brasil) – 12 gols
Enquanto a atenção se volta para os números, o encontro entre Mbappé e Messi na final de 2022 segue sendo lembrado tanto pela rivalidade esportiva quanto pelo respeito entre os jogadores — simbolizado pela própria bola da final autografada.
Nos últimos dias, o desempenho de Messi também foi destaque em outra matéria do site sobre o hat-trick da Argentina: veja a cobertura do jogo. Além disso, análises mais amplas sobre a realização desta primeira rodada da Copa do Mundo estão disponíveis na nossa compilação de melhores e piores ações do torneio: Copa do Mundo 2026: melhores e piores.
Em outra publicação recente, abordamos curiosidades do comportamento de Mbappé nos treinos e preparativos da seleção: leia sobre a movimentação do atacante.
Feito jornalístico sucinto e factual, o relato mantém a informação central: Mbappé guardou a bola da final autografada por Messi. A peça evita especulações sobre a exibição pública do item ou eventuais negociações, pois tais aspectos não foram confirmados pelas fontes citadas.
Para leitores interessados na disputa de artilharia e nos desdobramentos do torneio, a comparação entre gols e o histórico dos maiores marcadores segue oferecendo pano de fundo para acompanhar as atuações nas próximas partidas.
Em suma, a bola da final permanece como um símbolo tangível daquele confronto decisivo de 2022 — um objeto que reúne história, recordação e a assinatura de um dos protagonistas do confronto.
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