Jogadores da seleção do México protagonizaram uma remada viking nas redes sociais após a classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo, usando máscaras com o rosto de Erling Haaland. A remada viking apareceu logo após a vitória sobre o Equador e rapidamente se espalhou nas timelines, com nomes como Santiago Giménez e Guillermo Ochoa compartilhando o vídeo.
Remada viking: tradição e o gesto do México
A remada viking virou marca registrada entre torcedores e seleções nas últimas partidas envolvendo a Noruega, e o gesto foi replicado pelo grupo mexicano como forma de celebração coletiva. O vídeo chamou atenção não apenas pela coreografia, mas pela escolha das máscaras com a imagem de Haaland, que acabou repostando as imagens em seu perfil no Instagram.
O episódio ganhou contornos internacionais porque Haaland e a seleção da Noruega também têm feito remadas vikings coordenadas com seus torcedores nas arquibancadas nas recentes partidas do torneio. A repercussão uniu as cenas: enquanto a Noruega celebra o jogador em campo, o México adotou a mesma simbologia para festejar a vaga nas oitavas.
Na prática, o registro mexicano foi divulgado por atletas e rapidamente circulou entre perfis oficiais e pessoais. Entre as publicações que repercutiram está um conteúdo que analisa os números do próprio Haaland, mostrando a dimensão da presença do atacante no torneio e por que seu rosto virou símbolo — Erling Haaland e os números que desafiam o Brasil nas oitavas.
Contexto esportivo e próximos confrontos
Com a vitória por 2 a 0 sobre o Equador no estádio Azteca, o México alcançou uma quinta partida em Copas do Mundo pela primeira vez desde 1986 e confirmou confronto com a Inglaterra nas oitavas, no próprio Azteca. Do outro lado, a Noruega garantiu vaga e seguirá para enfrentar o Brasil no domingo, em duelo marcado para o estádio de Nova York/Nova Jersey.
A troca de gestos entre seleções e torcidas também está sendo narrada por quem acompanha a Noruega de perto: relatos e análises sobre o desempenho norueguês reforçam a atenção em Haaland e no momento da equipe — Haaland decide: Noruega vence Costa do Marfim e encara o Brasil — enquanto artigos que traçam a trajetória do país no futebol ajudam a compreender a construção dessa identidade de torcida e jogador Noruega no futebol: de potência no Ironman à aposta com Haaland.
Na manhã seguinte à partida, imagens e vídeos continuaram circulando. O gesto da remada, mesmo quando reproduzido com máscaras ou adereços, funciona como um código visual de união entre atletas e torcedores, amplificado pelas redes sociais durante um torneio global como a Copa do Mundo.
Quem apareceu no vídeo
Entre os atletas que compartilharam a sequência estão nomes do elenco titular e reservas, o que demonstra adesão geral do grupo à comemoração. A escolha por máscaras com o rosto de Haaland tornou o vídeo ainda mais comentado, sobretudo porque o próprio centroavante norueguês repostou o material, confirmando a boa relação simbólica entre o gesto e o jogador.
- Santiago Giménez — publicação e engajamento nas redes;
- Guillermo Ochoa — compartilhamento que ampliou a visibilidade;
- Outros membros do elenco — adesão coletiva ao festejo.
A repercussão também aponta para a força das imagens em grandes estádios como o Azteca, onde celebrações se multiplicam e ganham dimensão global em poucos minutos graças aos compartilhamentos. A remada viking, nesta versão mexicana, reforça a ideia de que símbolos de uma seleção podem transitar entre contextos e serem apropriados de forma criativa por outro país.
Significado e reação nas redes
O uso da remada viking pelo México suscitou comentários variados: torcedores celebraram a originalidade, analistas destacaram a convivência entre esportes e cultura popular, e a movimentação ganhou repercussão imediata quando Haaland reagiu publicamente. A remada viking passou a ser tratada como expressão de clima de equipe e de celebração coletiva, com potencial de viralização em torneios eliminatórios.
Além do alcance imediato, o episódio também serve para lembrar como momentos de descontração podem ganhar relevância na cobertura esportiva, criando conexões entre seleções distintas e entre jogadores e torcidas. Para leitores interessados em entender melhor a presença de Haaland no torneio, há conteúdos que abordam sua trajetória, alimentação e estilo, pinturas do personagem dentro e fora de campo.
Por fim, a remada viking mexicana é mais um capítulo de como a Copa do Mundo cria imagens que atravessam países e narrativas: um gesto simples, filmado no vestiário ou na concentração, pode ganhar o planeta em instantes e virar pauta em edições seguintes.
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