Quase golaços marcaram diferentes edições da Copa do Mundo e entraram para a memória dos torcedores. Em seguida à vitória do Brasil sobre o Japão, quando Vini Jr teve uma chance que acabou na trave após grande defesa de Suzuki, o tema voltou a ganhar repercussão: a Seleção e fãs lembraram outros lances que quase viraram golaços em Copas.
Quase golaços: momentos que passaram perto do gol
Alguns episódios são praticamente parte do folclore dos Mundiais. Pelé, por exemplo, presenteou o público com pelo menos três lances espetaculares na Copa de 1970: o chute do meio de campo que saiu rente à trave do goleiro Ivo Viktor e o drible da vaca diante do goleiro Mazurkiewicz, além de uma cabeçada que terminou nas mãos do goleiro inglês Gordon Banks. Esses momentos são lembrados como quase golaços que poderiam ser considerados gols históricos.
Na semifinal de 1998, a participação de Ronaldo rendeu uma jogada que também ficou na lembrança: com passe de Rivaldo, Ronaldo partiu em velocidade praticamente de meio-campo e tentou tirar do goleiro, mas a finalização saiu raspando a trave. O lance, ainda no tempo normal, foi um dos quase golaços daquela campanha, ao lado do desfecho nos pênaltis que classificou o Brasil para a final.
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Na Copa de 1994, que ficou marcada pela consagração de Romário, também houve momentos de quase. Contra a Itália, Romário errou um chute livre na prorrogação; contra a Suécia, em outra semifinal, ele recebeu na entrada da área, driblou adversários, tentou o drible e foi parado por um defensor antes de finalizar — um desses quase golaços que quase definiram jogos importantes.
Quatro anos antes, na Copa de 1990, o Brasil teve dois lances seguidos que bateram na trave contra a Argentina: Careca, na linha de fundo, acertou o travessão em um chute em ângulo complicado; no rebote, Alemão pegou a sobra e acertou a quina da trave. Se algum desses lances tivesse entrado, mudaria o rumo da partida e, possivelmente, do torneio.
Outros quase golaços ao redor do mundo
A lista não se limita ao futebol brasileiro. Na Copa de 1982, Safet Susic, da antiga Iugoslávia, dominou e finalizou com estilo em um lance que passou muito perto do gol da Espanha. Em 1998, o búlgaro Emil Kostadinov, que entrou no segundo tempo, fez uma finalização sem ângulo que encontrou a trave e poderia ter empatado para seu país. Mais recentemente, em 2010, o suíço Derdiyok teve uma arrancada que deixou a defesa espanhola em desordem; o chute rasteiro saiu raspando o poste de Casillas.
- Pelé (1970) — chutes e dribles que quase foram gols históricos.
- Ronaldo (1998) — corrida e tentativa que raspou a trave na semifinal.
- Romário, Careca e Alemão (1990/1994) — chances que bateram na trave ou foram travadas em momentos decisivos.
- Susic, Kostadinov e Derdiyok — exemplos de quase golaços vindos de seleções fora do Brasil.
O destaque mais recente nos debates foi o lance de Vini Jr contra o Japão: a caneta, o drible na marcação e a finalização que quase entrou ampliaram a discussão sobre como alguns ataques terminam em insegurança entre atacante e goleiro. Para contextualizar a movimentação do jogador no torneio, o portal mantém uma cobertura dedicada a Vini Jr — incluindo análises e estatísticas sobre sua trajetória em Copas (Neymar volta à Seleção e exalta Vini Jr. após vitória por 3 a 0).
Se você busca um levantamento estatístico, há também matérias que compilam o número de gols e participações de Vini Jr em Copas (Quantos gols de Vini Jr tem em Copas do Mundo), além de reportagens sobre lances polêmicos envolvendo o atacante (Gol anulado de Vini Jr revolta torcida brasileira na Copa).
Os quase golaços têm papel especial na narrativa do torneio: reforçam a ideia de que pequenas margens — uma defesa brilhante, um desvio, o encontro com o poste — definem carreiras e eliminatórias. Eles costumam entrar em compilações, programas de televisão e discussões nas redes, justamente por serem momentos em que a emoção fica suspensa.
Para além das lembranças, esses lances também ajudam a explicar por que o futebol é imprevisível: a diferença entre o aplauso e a frustração, entre o ídolo e a derrota, muitas vezes passa centímetro a centímetro. Quase golaços, portanto, não são apenas jogadas perdidas: são capítulos quase completos de histórias que poderiam ter outro final.
Se quiser acompanhar a cobertura completa do torneio e as repercussões dos lances em tempo real, acompanhe a editoria e as atualizações do portal. Para acompanhar mais notícias e bastidores do esporte, siga o Guia Esportivo no Instagram.
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