Kylian Mbappé surpreendeu ao revelar que tocou flauta na infância e até exibiu algumas notas durante participação em programa americano — um episódio que gerou a promessa de uma nova celebração em caso de gol contra o Senegal. A expressão “Mbappé flauta” virou o fio condutor da entrevista e do comentário do apresentador James Corden.
Mbappé flauta: a história e a brincadeira na TV
No programa “After Hours”, exibido na Fox, Mbappé explicou que os pais sempre o incentivaram a experimentar atividades variadas para abrir a mente. Ao relembrar a fase em que estudou música, o atacante contou que tocou flauta por um ou dois anos. Em tom descontraído, ele chegou a fazer uma pequena demonstração quando o apresentador trouxe o instrumento.
Durante a interação com James Corden, o apresentador sugeriu que o jogador poderia adotar a imagem da flauta como uma nova marca pessoal. A proposta incluía até uma variação na comemoração: depois da tradicional pose com os braços cruzados, Mbappé faria o gesto de tocar uma flauta. O atacante respondeu com bom humor e prometeu que, se marcar no primeiro jogo contra o Senegal, fará a homenagem.
O contexto da estreia da França
A França estreia no Grupo I contra o Senegal no Estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos, às 16h (de Brasília). Além de Senegal, o grupo tem Iraque e Noruega. A expectativa gira em torno da participação do atacante e de como gestos e celebrações contribuem para a imagem pública de jogadores de alto perfil.
Comportamentos fora de campo, como entrevistas e celebrações, costumam gerar repercussão e alimentar o interesse da torcida e dos veículos de mídia. No caso de Mbappé, episódios recentes também suscitam debates: houve manifestações de apoio e de defesa sobre posicionamentos do jogador, como registra a cobertura local.
O apoio a Mbappé já foi noticiado em diferentes ocasiões, por exemplo quando Hernández saiu em defesa do atacante. E temas extracampo já motivaram declarações públicas de membros da seleção, como mostra a matéria sobre Deschamps defendendo Mbappé. Em outro registro que chamou atenção, um gesto do jogador com uma criança durante treino comoveu a torcida e foi amplamente repercutido na imprensa (gesto com criança cega).
Como a comemoração poderia entrar no repertório
Comemorações de gol fazem parte da identidade de jogadores e ajudam a construir conexões com torcedores. A proposta de incorporar a flauta à celebração pode ser entendida como um movimento de leveza e marketing pessoal. Se Mbappé decidir replicar a brincadeira, será mais uma página na trajetória pública do atacante.
- Memória musical: Mbappé afirmou ter estudado flauta na infância, por um ou dois anos.
- Interação em TV: o episódio ocorreu no programa “After Hours”, com James Corden.
- Promessa condicionada: o jogador disse que faria a comemoração se marcar contra o Senegal.
Repercussão e cautela jornalística
A menção à flauta e a promessa de comemoração são fatos relatados por Mbappé na entrevista. É importante ressaltar que o gesto ainda é uma proposta condicionada ao acontecimento do gol; não há confirmação além da promessa feita ao apresentador. Jornalisticamente, o episódio ilustra como declarações leves em programas de entretenimento podem se transformar em pauta durante competições internacionais.
Além do conteúdo bem-humorado, a presença de Mbappé em rodas de entrevista alimenta o olhar sobre sua trajetória, sua rotina e o papel de atletas de elite na mídia. Em campo, o foco permanece na performance e nas decisões do técnico, enquanto fora dele momentos como este acrescentam camadas à narrativa pública do jogador.
O que observar na estreia e além
No dia do confronto com o Senegal, além do potencial da promessa de comemoração, valerá observar a escalação da equipe, o aproveitamento de chances do ataque e o comportamento tático diante de um adversário com tradição no futebol africano. A promessa de Mbappé pode ser um detalhe divertido, mas o resultado esportivo e o desempenho coletivo seguem sendo as prioridades para a seleção francesa.
Se a brincadeira se concretizar em campo, a imagem da Mbappé flauta terá espaço nas redes e nos noticiários; se não ocorrer, ficará como curiosidade da entrevista. Em ambos os cenários, o episódio reforça a coexistência entre entretenimento e cobertura esportiva em grandes eventos como a Copa.
Para acompanhar desdobramentos sobre a atuação de Mbappé e a seleção da França no torneio, a cobertura continuará atualizando escalações, análises táticas e repercussões das entrevistas.
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