Lesões na Copa do Mundo ganharam manchetes e marcaram edições do torneio: da fratura de Ismael Koné em 2026 às contusões históricas de Pelé, passando por casos como o de Franz Beckenbauer e Neymar.
Lesões na Copa do Mundo
Ao longo de quase sete décadas de Mundiais, alguns episódios de lesões ficaram tão associados à competição quanto gols e títulos. Em comum entre eles está o impacto direto no rendimento das seleções e, por vezes, na trajetória de jogadores já consolidados — sempre com imagens que permaneceram na memória dos torcedores.
Casos que marcaram
A seguir, uma seleção de lesões citadas na cobertura original que deixaram marcas nas respectivas edições da Copa do Mundo:
- Robert Jonquet (França) — 1958: fratura da fíbula contra o Brasil na semifinal; sem substituições à época, teve de permanecer em campo.
- Pelé (Brasil) — 1962 e 1966: contusão na coxa em 1962 que o afastou do restante do torneio; perseguição de marcadores em 1966 que prejudicou a campanha brasileira.
- Franz Beckenbauer (Alemanha) — 1970: deslocamento do ombro na semifinal contra a Itália, mas permaneceu em campo com a lesão.
- Patrick Battiston (França) — 1982: traumatismo craniano após choque com o goleiro Harald Schumacher; perdeu dentes e foi hospitalizado.
- Nery Pumpido (Argentina) — 1990: fratura na perna após choque com companheiro e corte do elenco.
- Tab Ramos (EUA) e Luis Enrique (Espanha) — 1994: episódios de agressões que resultaram em hospitalizações e lesões faciais, envolvendo expulsão e punição pela FIFA.
- Neymar (Brasil) — 2014: fratura da terceira vértebra lombar nas quartas de final, que tirou o camisa 10 do restante do torneio.
- Yasser Al-Shahrani (Arábia Saudita) — 2022: fraturas no rosto e dentes quebrados após choque com o goleiro Mohammed Al-Owais.
Cada um desses casos tem contexto e consequências próprias, mas todos reforçam um ponto: lesões podem alterar muito o rumo de uma campanha e até a memória que teremos de uma edição da Copa do Mundo.
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Breve retrospecto por edições
Em 1958, no Mundial da Suécia, a proibição de substituições forçou situações dramáticas como a de Jonquet, que sofreu fratura da fíbula após dividida com Vavá e permaneceu em campo para ajudar a conduzir a partida até o fim. Já nas décadas seguintes, outras circunstâncias fizeram as lesões ganharem repercussão global: em 1962 e 1966, Pelé foi fortemente marcado por contusões que comprometeram sua participação; em 1970, Beckenbauer jogou com o ombro deslocado; e em 1982 Battiston sofreu um choque que terminou em hospitalização — episódios que até hoje são lembrados por repercussão nas imagens e nas decisões dentro de campo.
Nos anos 1990, a intensidade física e os lances polêmicos também trouxeram lesões com grande visibilidade: Nery Pumpido foi cortado da seleção argentina em 1990 após fraturar a perna, e, em 1994, confrontos como o de Leonardo com Tab Ramos e a agressão a Luis Enrique ganharam destaque pela violência do lance e pelas consequências disciplinares.
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Neymar e casos recentes
Na Copa de 2014, o choque sofrido por Neymar nas quartas de final teve impacto direto na equipe brasileira: a fratura da terceira vértebra lombar retirou o camisa 10 da disputa e foi um dos elementos que alteraram profundamente o roteiro da seleção naquele Mundial. Em 2022, a lesão de Yasser Al-Shahrani também foi destaque, por envolver fraturas faciais e necessidade de cirurgia — sinais de que, mesmo com avanços na medicina esportiva, alguns acidentes continuam a provocar sequelas imediatas e repercussões institucionais.
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O legado das lesões
As Lesões na Copa do Mundo não se limitam a estatísticas médicas: têm efeito direto na tática, na montagem de elenco e até no calendário de competições subsequentes. Elas também impulsionaram mudanças — por exemplo, na forma de atuação das comissões técnicas, nos protocolos de atendimento e na atenção ao pós-lesão.
Para quem acompanha a história do torneio, há material de sobra para alinhavar outros aspectos do Mundial além das lesões: relatos sobre gols rápidos, expulsões e decisões que definem partidas. Coberturas que aprofundam esses temas podem ser encontradas em reportagens do nosso site, como a lista de gols mais rápidos da história da Copa do Mundo, ou matérias sobre episódios recentes da competição, como jogos decisivos de eliminatórias e relatos disciplinares, a exemplo de cartões e expulsões na Copa do Mundo.
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Fechamos a seleção sem pretender esgotar o tema: as Lesões na Copa do Mundo continuam a ser um capítulo importante da história do futebol, lembrando que decisões dentro de campo e episódios isolados podem ter desdobramentos muito maiores do que o resultado de 90 minutos.
Para acompanhar mais histórias, estatísticas e análises sobre a Copa do Mundo, siga nossas coberturas e acesse as reportagens relacionadas citadas ao longo do texto.
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