Hakimi repete dancinha do pinguim em ensaio antes da estreia

Hakimi repetindo a dancinha do pinguim durante ensaio do Media Day
Hakimi durante ensaio do Media Day do Marrocos.

Hakimi repete dancinha do pinguim no vídeo divulgado pela Fifa durante o Media Day do Marrocos, a poucos dias da estreia contra o Brasil na Copa do Mundo. A comemoração, associada ao lateral do PSG, voltou a aparecer em gravações de bastidor e ganhou destaque na preparação da seleção.

dancinha do pinguim: origem e repercussão

A dancinha do pinguim tem origem em uma brincadeira entre atletas do Paris Saint-Germain, quando Kylian Mbappé fez o gesto após um gol e, no vestiário, virou motivo de piada entre colegas. Em registros de clube, Achraf Hakimi e Sergio Ramos chegaram a chamar Mbappé de “pinguim número 1 do mundo” como parte da zoeira interna. Desde então, o passinho se repetiu em celebrações do trio e passou a ser identificado como uma marca de descontração dentro do grupo.

No material do Media Day, que costuma reunir simulações de comemorações e interações dos jogadores, Hakimi repete dancinha do pinguim diante das câmeras, em sequência que mostra também outras brincadeiras do elenco marroquino. O clima de leveza em véspera de estreia é um caminho comum entre seleções que buscam concentrar o grupo sem tensão excessiva.

Como surgiu no PSG

No histórico do clube francês, a sequência começou após uma goleada do PSG sobre o Lille, quando Mbappé imitou os gestos de um pinguim ao comemorar um gol. Nos bastidores, a brincadeira foi replicada por companheiros e virou um momento registrado em vídeos institucionais do time. A dancinha do pinguim voltou a aparecer em partidas importantes, inclusive em jogos de Champions League e na própria Copa do Mundo, em ocasiões de cobrança de pênalti e comemorações nas redes sociais.

A presença desse tipo de celebração em seleções é frequente e serve tanto para reforçar laços quanto para humanizar jogadores que, muitas vezes, são vistos apenas por suas atuações em campo. No caso de Hakimi, a repetição da dancinha do pinguim confirma a adoção da brincadeira como traço pessoal celebratório.

Além do pinguim de Hakimi, o vídeo oficial do Marrocos trouxe outras pequenas encenações: o meia mostrou gestos apelidados de “louco da cabeça” e “fala muito”, enquanto o atacante Brahim e o zagueiro Riad exibiram passos descritos como dancinhas “de balada”. Esses registros ajudam a compor o clima do grupo antes da estreia em um torneio de grande visibilidade.

Preparação e escalação

Com a estreia marcada contra o Brasil, o foco técnico se divide entre ajustar a equipe e preservar o entrosamento construído nos últimos meses. Trechos de cobertura e notícias sobre o elenco mostraram variações no planejamento: por exemplo, há menção a dúvidas e opções de escalação que podem incluir jogadores como Soufiane Rahimi em situações específicas. Questões logísticas também chegaram a ser noticiadas, como o episódio em que um jogador do Marrocos perdeu um voo para os EUA por problemas com visto, mas seguiu para a Copa em seguida — relato disponível na cobertura do torneio na reportagem sobre o caso.

Na montagem do elenco, a origem dos convocados e a concentração de atletas em grandes clubes europeus é outro ponto de atenção. Relatórios recentes sobre convocados mostram presença expressiva de jogadores de equipes como PSG, Manchester City, Bayern e Barcelona, favorecendo rotinas profissionais já estabelecidas em alto nível entre os clubes com mais convocados.

O impacto da dancinha do pinguim

A dancinha do pinguim, além de ser um momento engraçado, tem efeito comunicacional: aproxima torcedores, gera conteúdo para redes sociais e funciona como elemento de narrativa em cobertura pré-jogo. Para atletas, pequenas rotinas ajudam a reduzir pressão e criar micro-rituais antes de partidas decisivas.

Do ponto de vista do torcedor, essas festas e gestos são rapidamente replicadas em vídeos e virais, alimentando conversas nas redes e dando à seleção identidade própria fora de campo. A repetição da dancinha do pinguim por Hakimi, portanto, tem papel simbólico: representa a continuidade de uma brincadeira que veio do clube e ganhou palco mundial com a camisa nacional.

  • Brasil x Marrocos — 13 de junho às 19h
  • Escócia x Marrocos — 19 de junho às 19h
  • Marrocos x Haiti — 24 de junho às 19h

Nos próximos dias, a atenção se volta para a estreia contra o Brasil, quando as celebrações poderão aparecer novamente em caso de gol. Enquanto isso, o Media Day e registros oficiais seguem servindo de termômetro sobre o clima do elenco e as pequenas rotinas que acompanham os jogadores.

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