A vitória por 3 a 0 consolidou a superioridade francesa e confirmou a boa atuação coletiva: França x Iraque terminou com dois gols de Kylian Mbappé, que chegou a 16 gols em Copas do Mundo, ultrapassando Ronaldo na tabela histórica.
França x Iraque: domínio, gols e soberania tática
A partida começou com forte pressão dos europeus e a França rapidamente transformou o jogo em um duelo de ataque contra defesa. Com mobilidade no ataque e trocas de posição constantes, a seleção francesa marcou cedo: Mbappé abriu o placar aos 13 minutos com um belo chute de média distância. A equipe seguiu controlando a posse, criando chances pelas laterais e alternando circulações de bola entre Koné, Rabiot e Olise.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2026/T/O/3ssdjaQ8uCXVQXpCpeFQ/2026-06-22t211656z-1936101944-up1em6m1n47uo-rtrmadp-3-soccer-worldcup-fra-irq.jpg)
O Iraque tentou resistir com linhas compactas e marcação próxima da área, com destaque para o zagueiro Hashim, que reduziu o espaço para finalizações. Ainda assim, a sequência de erros na saída de bola da equipe asiática no começo do segundo tempo permitiu que Dembélé recuperasse e servisse Mbappé para o segundo gol, que confirmou o momento do camisa 10.
Escalações e mudanças táticas
Didier Deschamps promoveu três alterações em relação à formação anterior: Théo Hernández, Tchouaméni e Doué começaram no banco, e entraram Digne, Koné e Barcola. Do lado do Iraque, Graham Arnold mexeu para reforçar o meio com a entrada de Iqbal e também alterou o goleiro, trocando Jalal Hassan por Ahmed Basil.
- Gol inicial de Mbappé aos 13 minutos, de fora da área;
- Segundo gol veio após erro coletivo do Iraque e assistência de Dembélé;
- Terceiro gol foi de Ousmane Dembélé, já no segundo tempo;
O intervalo teve duração pouco maior que o habitual devido à incidência de raios na região do estádio, fato que atrasou o reinício da partida por mais de duas horas. Quando o jogo foi retomado, a França manteve a proposta ofensiva e terminou com autoridade.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2026/q/J/acAROWQnOUrlRlUzqBEQ/2026-06-23t000521z-1188170741-up1em6n008v6o-rtrmadp-3-soccer-worldcup-fra-irq.jpg)
Mbappé e o contexto individual
Com os dois gols diante do Iraque, Mbappé chegou a 16 gols em Copas do Mundo — marca que o coloca à frente de figuras históricas como Ronaldo e empatado com Miroslav Klose, ficando atrás apenas de Lionel Messi, que soma 18. O desempenho do atacante francês tem sido tema recorrente: além da artilharia, o jovem destaque tem mostrado influência direta no ritmo das partidas e na capacidade de desequilibrar com movimentações e finalizações precisas.
No contexto da cobertura sobre o atacante, vale lembrar reportagens anteriores que explicam a trajetória de Mbappé em Mundiais: há textos que acompanham sua artilharia histórica, sua postura em treinos e a parceria com Olise — referências que ajudam a entender o presente do jogador e a tendência que se acompanha nesta Copa: análise da artilharia de Mbappé, a atuação nos treinos narrada em outro texto sobre sua presença nas atividades e a estreia em que brilhou ao lado de Olise relatada na cobertura anterior.
Momentos-chave e substituições
A derrota do Iraque teve influência direta em erros de saída de bola, como o do zagueiro Tahseen e do goleiro Ahmed Basil no lance do segundo gol. Graham Arnold fez alterações buscando estabilidade, mas a superioridade técnica francesa se manteve. O técnico francês também promoveu mudanças com a entrada de Cherki, Doué, Malo Gusto e Akliouche para administrar o ritmo até o apito final.
Ao longo da partida, a França demonstrou variação entre ataques pelos flancos e infiltrações por dentro, com Olise e Dembélé criando constantes desequilíbrios. No fim, Mbappé teve mais chances para ampliar, mas não conseguiu converter em gols adicionais antes de ser substituído por Marcus Thuram.
França x Iraque reforça a impressão de que as seleções mais cotadas para avançar nas fases decisivas tendem a aumentar o favoritismo quando conseguem combinações de pressão alta e transições rápidas — características claras no jogo desta noite.
Fechamento: A França saiu do jogo com vitória convincente e a confirmação de que Mbappé segue como peça central da equipe. Para o Iraque, resta a tarefa de ajustar saídas de bola e reduzir erros que, num torneio tão curto, podem custar a classificação.
Para acompanhar mais notícias e bastidores do esporte, siga o Guia Esportivo no Instagram.
5 visualizações



