Wilson Xavier Paiva, 60, policial civil de Campo Grande, transformou em hobby o fascínio pelo futebol e hoje reúne 32 bolas da Copa do Mundo em sua coleção — uma trajetória que começou na infância e ganhou força em 2023, quando comprou a réplica da bola de 1966.
O interesse surgiu nas ruas da cidade, entre peladas e partidas de base. Wilson passou pelas categorias de base do Comercial-MS e chegou a jogar na equipe principal na década de 1980, experiências que mantiveram viva a conexão com o objeto símbolo do jogo: a bola. A coleção cresceu rapidamente após a primeira aquisição e, em poucos meses, ele começou a buscar edição por edição, até completar atualmente 32 unidades.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2026/B/y/wLfn9VRtCNLOix11FOEg/bolas-das-copas-3.jpeg)
bolas da Copa do Mundo
A motivação não é financeira: Wilson diz que a maioria das peças foi comprada em sites internacionais, com produção concentrada em países como o Paquistão, e tem preço médio próximo a R$ 500 já com impostos. Mesmo assim, o valor monetário passa para segundo plano diante da satisfação de reunir edições históricas e reviver memórias pessoais.
Entre as preferidas está a bola da Copa de 1966 — a primeira que ele adquiriu — e a Adidas Tango, usada nas Copas de 1978 e 1982. Sobre a Tango, Wilson recorda que foi a melhor bola com que jogou por ter qualidade superior e por não absorver tanta água, característica que marcou sua geração.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2026/S/M/ZE9RGOT4qCPE9gQJ9xsw/wilson-3.jpeg)
O processo de completar a coleção envolveu busca por réplicas e modelos oficiais em lojas estrangeiras, cujos envios e taxas influenciam o custo final. Ainda assim, a persistência valeu: a coleção foi praticamente concluída com a chegada da bola prevista para uso na Copa do Mundo de 2026. Wilson informou que aguarda também a bola que será utilizada exclusivamente na final do torneio.
Como nasceu a coleção
Wilson conta que o primeiro contato com bolas especiais vinha das festas de aniversário e dos pedidos de Natal. Mais tarde, ao encontrar uma réplica que remeteu ao ano de seu nascimento, decidiu iniciar a busca sistemática pelas demais edições. Desde 2023, cada nova aquisição representou uma etapa na cronologia dos mundiais, até formar o acervo atual.
- Origem das peças: principalmente lojas internacionais;
- Preço médio: cerca de R$ 500 por unidade com impostos;
- Tamanho do acervo: 32 bolas;
- Bola mais querida: edição de 1966;
- Outros destaques: a Adidas Tango (1978/1982).
O colecionador ressalta que o apreço pelo objeto tem forte componente afetivo. Amigos e visitantes costumam comentar a raridade de encontrar todas as edições reunidas em um único local e demonstram surpresa com o processo de pesquisa e aquisição.
Além do valor emocional, a coleção serve como ponto de contato com a história do esporte: cada bola remete a um contexto técnico e estético dos seus respectivos mundiais, e relatar essas diferenças faz parte do prazer de Wilson ao exibir o acervo.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2026/J/L/3fLkPCST6skz15sFGg7Q/wilson.jpeg)
Contexto e curiosidades
Coleções como a de Wilson costumam atrair atenção local e servir como registro cultural. No caso das bolas da Copa do Mundo, além do valor nostálgico, há também interesse por colecionadores que estudam evolução de materiais, design e tecnologia adotados ao longo das décadas.
Para leitores interessados em temas relacionados ao torneio e à cobertura do evento, há matérias que tratam das expectativas e da repercussão da competição — por exemplo, relatos sobre palpites e expectativas para a Copa do Mundo 2026 e textos que trazem apostas e prognósticos como os palpites do Fluminense para o torneio. A cerimônia de abertura também ganhou destaque e reações em cobertura específica sobre o evento da abertura da Copa.
Wilson pretende seguir colecionando: mesmo com o acervo consolidado, ele afirma ter espaço para futuras edições e interesse em completar variações especiais, como itens lançados apenas para finais ou edições comemorativas. O colecionismo, no caso, é um modo de manter viva a memória das Copas.
Em resumo, a coleção de Wilson reúne elementos afetivos, técnicos e históricos, e transforma um objeto cotidiano em acervo que conta a própria história do torcedor. Segundo ele, a busca por peças raras e a expectativa pela bola da final de 2026 ainda alimentam o projeto pessoal.
Para acompanhar mais notícias e bastidores do esporte, siga o Guia Esportivo no Instagram.
5 visualizações



