Jogador da base tem ganhado espaço com cautela no time profissional do Atlético-MG sob o comando de Eduardo Domínguez. Entre os cinco jovens promovidos recentemente, o volante Cissé lidera o aproveitamento, com 12 participações neste primeiro semestre.
Jogador da base mais utilizado por Domínguez
O aproveitamento de jovens da base é observado pela comissão técnica como uma alternativa para suprir opções no elenco e ao mesmo tempo inserir atletas formados internamente. No caso do Atlético-MG, Domínguez utilizou cinco atletas que subiram das categorias de base, mas com minutos e funções distintas.
O destaque da lista é Cissé, natural da Guiné, de 19 anos, que entrou em campo em 12 oportunidades e mostrou características de saída de bola e combate, participando de ações ofensivas e defensivas. O jovem foi titular apenas duas vezes: na final do Campeonato Mineiro contra o Cruzeiro e no jogo da Sul-Americana diante do Puerto Cabello; nas demais aparições, foi opção durante as partidas.
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Seguindo Cissé na lista de aproveitamento aparecem o lateral-esquerdo Pascini e o atacante Cauã Soares, ambos com sete partidas. Pascini esteve em campo como titular em dois jogos — diante do Flamengo e do Cienciano — e, em uma dessas oportunidades, teve atuação completa de 90 minutos. Cauã começou como titular em uma partida, contra o Juventud, e teve substituições em outras participações.
Outras utilizações e observações
Iseppe e Luís Gustavo completam a relação de jovens aproveitados por Domínguez, com uma entrada cada um. Os dois foram acionados nos minutos finais do confronto contra o Cienciano, pela Sul-Americana. Na página oficial do clube, apenas Luís Gustavo não consta entre os integrantes do elenco principal; os demais já aparecem como profissionais, ainda que possam alternar com o sub-20 quando necessário.
Além desses cinco atletas, a lista de revelados do clube conta com nomes como o zagueiro Vitão, o meia Índio e os goleiros Gabriel Delfim Robert e Pedro Cobra, que fazem parte do elenco profissional mas não foram utilizados por Domínguez no primeiro semestre. Índio, especificamente, está em recuperação de lesão nos ligamentos cruzado posterior e colateral medial do joelho direito desde o início de abril.
Como o clube tem trabalhado a integração da base
O processo de integração entre base e time principal passa por treinamentos específicos e por decisões técnicas que consideram o calendário e o momento de competição. Programas de preparação e infraestrutura da base são parte desse trabalho: recentemente o clube concluiu etapas nas instalações que dão suporte ao desenvolvimento dos jovens atletas, um investimento citado pelo próprio clube como prioritário para manter a formação constante.
Treinos e a rotina do elenco também interferem na gestão de minutos dos jovens — algo observado durante períodos de férias ou retomada física, quando o time realiza trabalhos internos. Para entender o preparo físico e a movimentação do elenco, o clube compartilhou registros de treinos em diferentes momentos da temporada.
O aproveitamento dos jogadores da base pode ser avaliado tanto pelo número de partidas quanto pelo tempo em campo e pela confiança demonstrada pela comissão técnica na condição de titulares ou substitutos estratégicos. No caso do Atlético-MG, a relação de utilizações registrada por Domínguez mostra um equilíbrio entre dar oportunidades e preservar o ritmo competitivo da equipe.
Lista de aproveitamento
- Cissé: 12 jogos (2 como titular)
- Cauã Soares: 7 jogos (1 como titular)
- Pascini: 7 jogos (2 como titular)
- Iseppe: 1 jogo
- Luís Gustavo: 1 jogo
Os números acima refletem as participações até o primeiro semestre e ajudam a dimensionar quem tem recebido mais chances no plantel profissional. A partir da próxima janela e das próximas competições, a comissão técnica poderá recalibrar essas oportunidades conforme necessidade tática e calendário.
Para leitores interessados na rotina do elenco e nas estruturas que formam jovens talentos, há matérias que abordam treinos durante períodos de descanso e obras recentes nas instalações de base do clube, que contextualizam o trabalho com as categorias de base.
Leituras relacionadas: registros de treinos durante as férias, etapa de obras no prédio da base e convocações recentes do Atlético-MG.
O acompanhamento da evolução desses atletas é um tema contínuo para torcedores e analistas: o desempenho em treino, a maturidade tática e as oportunidades em jogos oficiais definem se um jogador da base estará apto para assumir papéis mais frequentes na equipe principal.
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Fechamento: a lista comandada por Cissé demonstra que, apesar da cautela, Domínguez tem recorrido à base para compor o elenco e testar opções, mantendo uma gestão gradual do aproveitamento dos jovens atletas.
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