O Botafogo já iniciou a intertemporada e mantém um grupo de atletas em horários e rotinas diferentes: jogadores separados do elenco vêm realizando treinos no Espaço Lonier enquanto o restante do plantel treina em conjunto.
Jogadores separados do elenco
Atualmente, Joaquín Corrêa, Newton, Nathan Fernandes, Ythallo e Caio Roque têm feito atividades em contraturno e seguem com destinos distintos dentro da avaliação do clube. O clube, segundo fontes internas, estuda alternativas que vão desde empréstimos até vendas em definitivo, sempre com o objetivo de ajustar o elenco para a sequência da temporada.
Situação por jogador
- Newton — Há uma negociação em curso que pode envolver uma troca com o São Paulo por Ferraresi, jogador que está emprestado pelo clube paulista. Internamente, o destino de Newton ainda é tratado como aberto, entre saída ou manutenção no elenco.
- Ythallo — Contratado neste ano, o zagueiro pode seguir por empréstimo para ganhar minutos e eventualmente se valorizar no mercado.
- Caio Roque — Chegou ao clube em 2026, está emprestado e o seu estafe já busca oportunidades em outros clubes; o Botafogo avalia se o atleta permanecerá nos planos.
- Nathan Fernandes — Não chegou a ter sequência com a nova comissão técnica. Machucou-se na primeira semana de trabalho com Franclim Carvalho e, recuperado, ainda não voltou a figurar entre os relacionados; o futuro do atacante segue indefinido.
- Joaquín (Tucu) Corrêa — Teve oportunidades com o técnico português, mas precisa conquistar espaço de forma mais consistente.
Além desses casos, a intertemporada também contou com outros desdobramentos: Neto, que estava em trabalho à parte, rescindiu o contrato em comum acordo com o clube, e Bastos não se reapresentou após as férias por desentendimento relacionado a dívidas — ele estava previsto entre os jogadores em contraturno.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2025/x/h/rDpwaoRN21EU4FD5YAVw/54395587033-8abebb23f3-c.jpg)
Contexto e o uso da intertemporada
A intertemporada é período em que clubes fazem ajustes físicos e táticos, além de avaliar o elenco para decisões no mercado. No caso do Botafogo, a opção por separar alguns nomes tem caráter prático: permitir que atletas fora do projeto principal trabalhem individualmente, resolvam pendências contratuais ou preparem-se para propostas de empréstimo ou transferência. A estratégia não é incomum e visa equilibrar necessidade de minutos de jogo, custos salariais e oportunidades de valorização.
Esse tipo de movimentação também abre espaço para a avaliação de jovens formados na base e para a gestão de jogadores que retornam de empréstimos. Na intertemporada atual, o Botafogo reuniu um grupo de jovens da base no profissional, reforçando a atenção ao aproveitamento das promessas do clube durante a intertemporada.
Perspectivas para os jogadores
Do ponto de vista prático, a alternativa mais provável para quem está entre os jogadores separados do elenco é o empréstimo. Essa saída tem sido usada para dar ritmo a atletas que precisam somar minutos e também como janela para que clubes interessados observem o desempenho antes de decidir por uma compra.
No mercado recente envolvendo o Botafogo, o clube seguiu negociando peças e mantendo conversas com outras equipes, como nas tratativas que envolveram o interesse de times da Série A em reforços alvinegros e negociações com o Sport por jogadores — um movimento que ilustra a dinâmica de mercado na qual o clube está inserido em negociações recentes.
O que muda com empréstimos
- Nos empréstimos, o clube cede o atleta por prazo pré-estabelecido, com objetivo de garantir minutos e visibilidade.
- Para o jogador, é oportunidade de retomar forma e participação regular em competições.
- Para o Botafogo, serve como instrumento de gestão de elenco e redução de custos temporários.
O acompanhamento do desempenho desses atletas fora do grupo principal também serve para avaliar retornos futuros. Em competições acirradas, a disponibilidade e condicionamento físico fazem diferença, e a comissão técnica monitora com atenção quem consegue evoluir em empréstimos ou em trabalhos específicos.
Internamente, a comissão técnica e a diretoria do Botafogo avaliam as propostas que surgirem e podem decidir por manter alguns atletas no clube caso surjam necessidades táticas ou lesões ao longo da temporada. A política do clube tem sido mesclar oportunidades para jovens da base com manutenção de peças experientes quando necessário — uma linha que já vinha sendo observada em outras práticas de intertemporada e renovação de elenco, em paralelo a negociações relatadas nas últimas semanas sobre aproveitamento de jovens.
Fechamento
A situação dos jogadores separados do elenco no Botafogo segue em aberto: o clube analisa ofertas, estuda empréstimos e adaptações ao planejamento do restante da temporada. Enquanto a diretoria negocia e ajusta o quadro, os atletas seguem em trabalhos específicos e à disposição para negociações.
Para acompanhar mais notícias e bastidores do clube, siga o Guia Esportivo no Instagram.
3 visualizações



