Figueirense SAF informou que o aporte de R$ 1,5 milhão feito pela parceira PAN Sports permitiu quitar boa parte dos salários atrasados de jogadores e da comissão técnica, embora um bloqueio bancário tenha mantido pendências no clube.
Figueirense SAF e o aporte de R$ 1,5 milhão
Segundo a gestão, os recursos foram depositados em 11 de junho em uma conta institucional indicada para o recebimento. Parte do montante — cerca de 20% — foi retida automaticamente pela instituição financeira por conta de obrigações bancárias vinculadas à conta que recebeu o valor. Com o saldo disponível, a Figueirense SAF afirma ter destinado imediatamente o restante para o pagamento das folhas salariais.
A operação foi confirmada em comunicado divulgado pela diretoria executiva, que também disse trabalhar para buscar novos recursos e regularizar integralmente as pendências. A nota aponta que o depósito foi antecipado enquanto segue a negociação para a formalização do contrato de aquisição da Sociedade Anônima do Futebol.
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Reações e esclarecimentos das partes
Após a repercussão, três notas públicas foram divulgadas: a da Figueirense SAF, a da Associação Figueirense e a da assessoria do ex-presidente da SAF, Paulo Prisco Paraíso. A Associação, por meio de seu presidente José Tadeu da Cruz, negou participação nas negociações e afirmou que não indicou contas para o recebimento ou movimentação dos recursos.
A assessoria de Paulo Prisco também se manifestou, explicando que a conta utilizada era institucional do Figueirense SAF e que a retenção decorreu de um saldo devedor existente junto ao banco, sem benefício a terceiros. A gestão da SAF, por sua vez, detalhou que um equívoco na indicação da conta levou à retenção automática de aproximadamente 20% do aporte.
O episódio reacendeu atenção sobre a dinâmica financeira do clube e sobre o desafio de equilibrar remunerações e obrigações bancárias enquanto a transição para o modelo de Sociedade Anônima do Futebol é formalizada.
Impacto imediato e continuidade
Com parte dos vencimentos quitada, atletas e comissão técnica tiveram alívio financeiro, mas a retenção do montante impediu a quitação total das folhas. A Figueirense SAF ressaltou que o valor remanescente foi usado integralmente para esse fim e que segue em busca de soluções para sanar os débitos restantes.
Especialistas em gestão esportiva costumam destacar que operações de antecipação de recursos são práticas comuns em processos de reestruturação, mas exigem atenção redobrada na indicação de contas e na verificação de passivos vinculados a elas. No caso do clube, a divulgação das notas tenta oferecer transparência sobre as medidas adotadas.
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O que foi confirmado pela gestão
A Figueirense SAF confirmou o aporte de R$ 1,5 milhão feito pela parceira PAN Sports e explicou a sequência de eventos: depósito na conta institucional, retenção parcial devido a obrigações existentes e utilização do saldo disponível para o pagamento de salários. A gestão afirmou que a indicação equivocada da conta para o recebimento foi fator determinante para a retenção.
- Data do depósito: 11 de junho (informada pela gestão);
- Percentual retido: aproximadamente 20% do aporte, segundo comunicado;
- Destino do montante remanescente: pagamento de atletas e comissão técnica;
- Próxima etapa: busca por novos recursos para regularização total.
O assunto também tem repercussão no cotidiano do time, que segue a preparação para jogos e precisa conciliar a rotina esportiva com as demandas administrativas. Em textos anteriores, o clube e jogadores já apareceram em matérias sobre a equipe e a conjuntura local — entre elas, relatos sobre destaque de atletas e a preparação para partidas importantes — que ajudam a compor o panorama atual do Figueirense.
Para mais contexto sobre o elenco e a rotina do clube, confira matérias relacionadas no Guia Esportivo: o destaque de Arthur Henrique no Figueirense, a publicação sobre a preparação do time antes do jogo contra o Floresta e a cobertura anterior sobre a situação dos salários atrasados.
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As notas oficiais das partes têm o objetivo de esclarecer responsabilidades e a sequência de fatos, mas a gestão enfatiza que a regularização plena depende da captação de recursos adicionais. A medida emergencial amenizou a situação no curtíssimo prazo, mas não encerrou todas as obrigações financeiras do clube.
Para acompanhar desdobramentos e notas oficiais, a direção do clube e a Associação sinalizaram que permanecerão à disposição para prestar esclarecimentos por meios oficiais. A transição para o modelo de SAF segue em curso, com a negociação da formalização do contrato com a parceira.
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Fechamento: a Figueirense SAF confirmou que o aporte de R$ 1,5 milhão possibilitou quitar parte dos salários atrasados, mas a retenção de cerca de 20% por bloqueio bancário deixou pendências que a gestão busca regularizar.
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