Lesões na direita se tornaram um problema crítico para a Seleção brasileira: com cortes e afastamentos de nomes como Éder Militão, Estevão, Wesley e agora Raphinha, Carlo Ancelotti perdeu a sequência de opções previstas para a lateral e as pontas.
Lesões na direita e as perdas de peças-chave
O desgaste do setor direito começou meses antes da Copa do Mundo. Éder Militão, até então considerado peça versátil e opção para a lateral, foi diagnosticado com uma lesão grave na coxa esquerda e tem recuperação estimada para o fim de 2026. A ausência de Militão abriu a lista de problemas e obrigou a comissão técnica a recalibrar alternativas.
Na sequência, o jovem Estevão sofreu lesão na coxa direita e acabou ficando fora da pré-lista. O lateral Wesley, chamado como substituto imediato para a posição, foi cortado após sentir o adutor da coxa esquerda em amistoso contra o Egito, pouco antes da estreia na Copa, o que levou à convocação do meia Ederson, da Udinese.
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A sequência de baixas também atingiu Vanderson, outro lateral que acabou descartado por lesão. Com tantas opções eliminadas, a comissão técnica experimentou alternativas híbridas: Ibañez foi chamado para exercer função mista de zagueiro e lateral e chegou a atuar contra Marrocos. Danilo, mais conhecido por atuar como volante ou lateral em diferentes momentos da carreira, entrou contra o Haiti e passou a ser considerado para a lateral direita.
Raphinha: novo desfalque e tratamento
Nesta tarde de sábado a Seleção recebeu a confirmação de que Raphinha, titular absoluto do ataque e peça importante pelo lado direito, sofreu uma lesão muscular na região posterior da coxa direita. O jogador do Barcelona seguirá tratamento intensivo para se recuperar. A notícia reacende o alerta sobre lesões na direita e complica o planejamento de Ancelotti para os jogos decisivos da fase de grupos.
O cenário já vinha sendo acompanhado com atenção pelo corpo técnico e pela imprensa. A preocupação com a condição física de Raphinha ganhou espaço em reportagens locais, que também registraram o interesse de clubes como o Al Hilal no atacante durante a janela de transferências, esclarecendo que movimentações de mercado não interferem na preparação da Seleção neste momento (Al Hilal quer Raphinha).
Antes do anúncio da lesão de Raphinha, outras publicações já destacavam o impacto da lesão do atacante para o time nacional e a preocupação da comissão técnica com o elenco (Lesão de Raphinha preocupa Seleção após vitória sobre o Haiti).
Opções já testadas e alternativas disponíveis
Com a lista de desfalques, Ancelotti precisou improvisar e testar formações que protegessem o setor. Entre as escolhas, Ibañez ofereceu versatilidade defensiva, enquanto Danilo assumiu posição de lateral em jogo oficial. Rayan, o jovem revelado pelo Vasco, ganhou espaço na rotação e substituiu Raphinha na segunda rodada da Copa, mostrando como a comissão técnica busca soluções internas.
Além de Rayan, Luiz Henrique aparece como alternativa para atuar pelo lado direito, trazendo mais experiência e rodagem em jogos internacionais. A comissão técnica também considera a possibilidade de adaptar meias e pontas à função, dependendo da disponibilidade e da evolução clínica dos atletas lesionados.
O jornalismo esportivo tem acompanhado de perto a evolução das lesões e a montagem do elenco. Reportagens que abordam o papel de Raphinha na Seleção e a relação com Ancelotti ajudam a contextualizar o quadro atual e as decisões da comissão técnica (Raphinha e Ancelotti: carinho e cobrança).
- Perdas confirmadas: Éder Militão, Estevão, Wesley e Vanderson;
- Chamadas e adaptações: Ederson convocado; Ibañez e Danilo testados na lateral;
- Alternativas: Rayan, Luiz Henrique e adaptações táticas para proteger o setor direito.
O Brasil ainda fecha a participação na primeira fase contra a Escócia em Miami; um empate garante a classificação. Porém, a sequência de lesões na direita obriga Ancelotti a revisar opções titulares e reservas, levando em conta a condição física dos jogadores até a reta final da fase de grupos.
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O desafio para Ancelotti é equilibrar experiência e juventude, utilizando atletas híbridos e adaptando funções sem perder competitividade. A comissão técnica mantém a esperança de recuperar peças-chave, mas a lista de ausências já provocou mudanças claras na estratégia do time.
Para acompanhamento diário da evolução das lesões e das convocações da Seleção, as próximas coletivas e boletins médicos serão determinantes. Enquanto isso, a imprensa e o torcedor seguem atentos às atualizações sobre os atletas e à possibilidade de novas alterações na lista oficial.
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Fechamento: As lesões na direita transformaram a montagem do time em um quebra-cabeça para Ancelotti; a rotação de jogadores e a necessidade de alternativas táticas serão decisivas nas próximas partidas.
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