Kelly Slater recebeu um wildcard da WSL e está confirmado no CT em Teahupoo (Taiti), etapa marcada entre 8 e 18 de agosto. O convite traz de volta ao circuito o norte-americano de 54 anos e 11 vezes campeão mundial, afastado das competições desde junho de 2025.
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Kelly Slater confirmado como wildcard em Teahupoo
A WSL divulgou as baterias da etapa do Circuito Mundial em Teahupoo e incluiu Kelly Slater entre os convidados. O veterano recebeu um dos wildcards da prova, voltando ao CT após passar por cirurgia no quadril no fim do ano passado e disputar apenas duas etapas em 2025 — Pipeline (5º) e Trestles (17º).
O convite coloca Kelly Slater no round 1, fase reservada aos surfistas de pior colocação no ranking. Na bateria 4 do round 1, ele terá pela frente o havaiano Eli Hanneman. Se avançar, o caminho prevê um duelo já no round 2 contra Gabriel Medina, um dos principais nomes brasileiros do circuito.
Baterias e destaques da etapa
Além do wildcard para Kelly Slater, a organização confirmou mais dois convites locais: Eimeo Czermak, vencedor da triagem masculina, e a jovem Kelia Gallina, de 13 anos, campeã da triagem feminina. A etapa de Teahupoo terá transmissão dos canais SporTV e do GloboPlay.
Principais confrontos anunciados (seleção)
- Round 1 — Eli Hanneman (HAV) x Kelly Slater (EUA)
- Round 2 — Gabriel Medina (BRA) x vencedor da bateria 4 do round 1
- Round 2 — Miguel Pupo (BRA) x Mateus Herdy (BRA)
- Round 2 — Filipe Toledo (BRA) x Connor O’Leary (JAP)
A lista completa de baterias inclui nomes de peso do CT e jovens talentos locais. A programação divulgada pela WSL traz duelos que podem definir movimentações no ranking do Circuito Mundial nas próximas etapas.
Contexto do retorno de Kelly Slater
O retorno de Kelly Slater ao CT ocorre em um momento de transição para o circuito: após a cirurgia no quadril, o norte-americano optou por disputar somente etapas selecionadas em 2025 e retorna agora com um wildcard em Teahupoo. A presença dele sempre gera atenção extra, tanto pelo histórico — 11 títulos mundiais — quanto pela capacidade de influenciar a dinâmica das baterias.
Para o público e para os adversários, a volta de Kelly Slater soma experiência à lista de competidores. Em Teahupoo, palco tradicional de ondas pesadas no Taiti, a combinação entre talento e condição do mar torna cada chamada de bateria imprevisível.
O que observar na etapa do Taiti
Durante a janela entre 8 e 18 de agosto, os pontos em disputa e o desempenho em ondas pesadas serão determinantes para a classificação no Circuito Mundial. A convocação de Kelly Slater como wildcard aumenta o interesse em baterias com surfistas de alto nível e surfistas locais que conhecem bem a bancada de Teahupoo.
A organização também vai acompanhar as apresentações de jovens que chegaram por triagens, como Eimeo Czermak e Kelia Gallina, e a resposta de nomes consolidados como Gabriel Medina, Filipe Toledo e Miguel Pupo.
Como acompanhar
A transmissão oficial será feita pelos canais SporTV e pelo serviço de streaming GloboPlay, conforme a WSL. Para contextualizar mudanças no calendário do circuito, a entidade também anunciou recentemente uma etapa nas Filipinas em Cloud 9, movimento que ampliou o calendário de 2026 — reportagem disponível sobre a etapa nas Filipinas.
Na cobertura de resultados e destaques, outras matérias do portal trazem repertório sobre atletas e etapas, como a atuação de Tya Zebrowski em Saquarema e o histórico de Gabriel Medina no Brasil, detalhado em análise sobre Saquarema.
Fechamento
Kelly Slater terá a chance de medir o estado físico e competitivo no CT em uma das etapas mais exigentes do circuito. A confirmação do wildcard aumenta a expectativa em Teahupoo, onde ondas tubulares e adversários de alto nível prometem uma disputa intensa entre 8 e 18 de agosto.
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