Em Divinópolis, ex-jogadores locais manifestaram confiança na seleção e nas escolhas de Ancelotti para a Copa do Mundo, avaliando que o técnico priorizou experiência e equilíbrio ao montar o elenco.
escolhas de Ancelotti e a avaliação dos ex-jogadores
Fabrício Souza, que atuou por 17 anos no futebol profissional com passagens por América-MG e Athletico-PR, e Michel Cury, com 18 anos de carreira e experiência no exterior, defenderam as decisões do treinador e projetaram uma campanha sólida do Brasil no torneio.
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Fabrício destacou que a seleção tem grupo para brigar pelo título e citou nomes que poderiam ter sido lembrados, mas reconheceu o critério técnico adotado por Ancelotti. Segundo o ex-atleta, a convocação reflete uma opção por jogadores com experiência e alternativa tática em diferentes posições.
Entre as referências mencionadas por Fabrício estão:
- Renan Lodi
- Kaio Jorge
- Matheus Pereira
Para Fabrício, a fase de grupos deve ser tranquila, com avanço da equipe brasileira sem maiores sobressaltos, enquanto as decisões nas fases eliminatórias devem exigir mais atenção e adaptação.
Expectativa para a estreia e cuidados com lesões
Michel Cury também comentou as escolhas de Ancelotti e manifestou otimismo sobre a recuperação de Neymar para os primeiros jogos. Ele citou a confiança na medicina esportiva e no trabalho do Dr. Rodrigo Lasmar como fatores que podem permitir ao camisa 10 participar ao menos de parte da estreia.
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Michel avaliou que a participação de Neymar, ainda que parcial, pode ser importante para o início da campanha. Além disso, o ex-jogador destacou a presença de jovens como Endrick, apontado por ele como potencial diferencial ofensivo nos jogos de maior intensidade.
O tema das escolhas de Ancelotti voltou em diferentes momentos da conversa: enquanto alguns nomes ficaram de fora, a avaliação geral foi de que o técnico optou por um elenco com equilíbrio entre juventude e experiência, capaz de lidar com a pressão de uma Copa.
Opções ofensivas e criação
Em relação ao setor ofensivo, Michel ressaltou que a ausência de Matheus Pereira pode reduzir alternativas criativas, mas que o grupo reúne jogadores com capacidade de criar variações táticas durante as partidas. A aposta em Endrick foi citada como sinal de renovação e fome por resultados.
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Os ex-jogadores chamaram atenção para a necessidade de adaptação quando a competição avançar para as fases mata-mata. Fabrício citou que, apesar do favoritismo, as oitavas e quartas de final costumam exigir estratégia mais assertiva e controle emocional do elenco.
Em paralelo às avaliações sobre o grupo e as escolhas de Ancelotti, a conversa também abordou o calendário e a preparação da seleção nos Estados Unidos. A estreia brasileira está marcada contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), e a expectativa local é de que o time entre em campo com postura dominante.
Repercussão local e próximos passos
Em Divinópolis, as opiniões refletem otimismo e respeito às decisões técnicas. As escolhas de Ancelotti aparecem como tema recorrente nas rodas de conversa e servem para reforçar a confiança na composição do grupo. Para quem viveu o futebol profissional, a combinação entre experiência e juventude foi vista como um caminho plausível para chegar longe na Copa.
Durante a preparação, o comando da seleção também teve momentos de descontração, como o trote de aniversário com Ancelotti, que mostra entrosamento no vestiário. Em termos de escolha de posicionamentos, reportagens locais apontaram opções como Danilo e Alex Sandro para as laterais, reforçando a ideia de alternância tática por parte do treinador (saiba mais sobre indicações de laterais).
Já a expectativa sobre jovens talentos aparece em textos que compilam curiosidades sobre Endrick e sua chegada à seleção (leia perfil de Endrick).
Fechando a avaliação, ambos os ex-jogadores reforçaram a necessidade de acompanhar a evolução física dos atletas e o encaixe tático da equipe nas primeiras partidas. As escolhas de Ancelotti, para eles, são base para uma campanha competitiva.
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