Quem correu mais na vitória do Brasil sobre o Japão? O relatório divulgado pela Fifa traz o levantamento de distância percorrida e picos de velocidade dos atletas que atuaram no triunfo por 2 a 1, na segunda fase da Copa do Mundo — e revela líderes claros nas duas métricas.
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Na partida disputada em Houston, o volante Bruno Guimarães foi o brasileiro que mais percorreu distância, com 12,17 km, e também deixou sua marca com uma assistência — a quarta dele no Mundial. A presença intensa do camisa 8 no apoio e na circulação de bola o colocou no topo do ranking de distância entre os atletas brasileiros.
Quem correu mais: top-10 de distância
O levantamento da Fifa detalha o esforço físico dos jogadores brasileiros. A lista abaixo mostra os dez atletas do Brasil que mais se deslocaram durante a vitória sobre o Japão.
- Bruno Guimarães — 12,17 km
- Douglas Santos — 10,96 km
- Gabriel Magalhães — 10,56 km
- Rayan — 10,24 km
- Marquinhos — 9,85 km
- Danilo — 9,83 km
- Casemiro — 9,75 km
- Vinícius Júnior — 9,27 km
- Matheus Cunha — 6,91 km
- Alisson — 5,34 km
Quem correu mais entre defensores e atacantes
A análise mostra diferenças de função: meio-campistas e laterais tendem a acumular mais deslocamentos ao longo dos 90 minutos, enquanto defensores e goleiros registram números menores, mas com picos de intensidade em ações pontuais. Em termos de velocidade máxima, o relatório lista outra relação de destaque.
Top-10 de velocidade máxima
Além de apontar quem correu mais, o documento da Fifa também mostra os atletas com maior velocidade atingida durante a partida.
- Marquinhos — 33,8 km/h
- Vinícius Júnior — 33,2 km/h
- Gabriel Martinelli — 33,0 km/h
- Endrick — 32,4 km/h
- Danilo — 31,6 km/h
- Rayan — 31,6 km/h
- Lucas Paquetá — 30,9 km/h
- Gabriel Magalhães — 30,0 km/h
- Douglas Santos — 29,5 km/h
- Matheus Cunha — 29,1 km/h
O zagueiro Marquinhos aparece como o atleta mais rápido do jogo, com um sprint registrado a 33,8 km/h, seguido por Vinícius Júnior e Gabriel Martinelli. Esses picos de velocidade ajudam a explicar movimentações decisivas em transições e situações de linha de fundo.
Os números confirmam tendências observadas ao longo da Copa: jogadores que atuam em posições de maior intensidade física costumam liderar o quesito distância, enquanto explosão e aceleração aparecem em nomes de ataque e defesa quando a partida exige.
Para ampliar a leitura sobre o desempenho brasileiro no torneio, o levantamento se soma às análises táticas e de rendimento técnico já publicadas — entre elas, matérias que mostram a identidade do time e atuações individuais: Martinelli vira maestro e o apanhado sobre a construção coletiva do Brasil na Copa Brasil na Copa mostra identidade.
Classificado para as oitavas de final, o Brasil volta a campo no próximo domingo, contra o vencedor do duelo entre Costa do Marfim e Noruega. Enquanto a comissão técnica analisa desempenho e condicionamento, os dados de distância e velocidade servem como referência para decisões sobre rodízio e recuperação.
Quem correu mais fica, portanto, como um indicador do esforço coletivo e das funções cumpridas por cada jogador em campo — informação que alimenta preparação física e estratégias para a fase decisiva do torneio.
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