Ponte perde jogadores: a Ponte Preta teve 16 atletas saindo do elenco em 2026 em meio à insatisfação com atrasos salariais, situação que transformou o início da temporada em uma crise administrativa e técnica.
Ponte perde jogadores: lista e contexto
Desde o início do ano, a diretoria da Macaca enfrenta uma sequência de rescisões e desligamentos motivados pela falta de pagamentos em dia. A saída de nomes com importância dentro do grupo, como Bryan Borges, David Braz e Rodrigo Saravia, ampliou a percepção de emergência no clube e forçou medidas internas, incluindo pagamentos parciais e a abertura de um processo para constituição da Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
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O episódio mais recente que ganhou repercussão foi a rescisão de Bryan Borges, que vinha afastado desde 20 de maio. O caso está detalhado em apuração específica sobre a saída do jogador e as negociações subsequentes, em que o atleta buscou novo contrato fora de Campinas. A rescisão de Bryan Borges e outras saídas geraram nova movimentação na imprensa e junto à diretoria.
Em relatório interno e em manifestações públicas, jogadores relataram que muitos não haviam recebido qualquer parcela referente a 2026, o que levou o elenco a um manifesto e, posteriormente, a pagamentos parciais por parte do clube. Ainda assim, a insegurança contratual persistiu e a Ponte perde jogadores de forma contínua desde janeiro.
Quem deixou o clube
- Thiago Coelho
- David Braz
- Wallace
- Walisson Maia
- Saimon
- Gabriel Inocêncio
- Bryan Borges
- Pacheco
- Rodrigo Saravia
- Kevyn
- Léo Oliveira
- Pedro Martins
- Serginho
- Vitor Pernambucano
- Hebert
- Bruno Lopes
Alguns reforços apresentados oficialmente, como Wallace e Hebert, sequer chegaram a estrear antes de rescindir ou deixar o Majestoso. Outros atletas remanescentes da campanha do título da Série C, além de peças que vinham sendo utilizadas na montagem do elenco para a Série B, também optaram por sair.
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Enquanto a diretoria afirma empenho para reduzir as pendências financeiras nas próximas semanas, o impacto esportivo já se mostra: a equipe é vice-lanterna da Série B, com oito pontos, e não vence há sete rodadas. A sequência negativa e a quantidade de atletas que deixaram o elenco explicam parte da instabilidade dentro de campo.
Além das saídas, a Ponte foi punida pelo programa de Fair Play Financeiro da CBF, medida que retirou benefícios como o custeio de despesas operacionais das partidas — consequência direta dos atrasos. Paralelamente, o Conselho Deliberativo aprovou a constituição da SAF, uma etapa necessária antes de levar o tema à Assembleia Geral dos sócios; apurações locais indicam que ainda não há negociações públicas com investidores.
O processo de transformação em SAF e a pressão por regularização dos pagamentos foram acompanhados por notas e reportagens na cobertura do clube. A aprovação no conselho e as discussões do projeto podem ser lidas na cobertura sobre a constituição da SAF, enquanto o contexto da reunião do conselho que esclarece detalhes está em outra matéria informativa.
Do ponto de vista esportivo, a saída de peças-chave teve reflexo imediato: na Série B, a montagem do elenco foi afetada e a equipe tem dificuldades para encontrar equilíbrio tático e regularidade nos resultados. Reportagens da casa trazem relatos sobre o momento, incluindo texto que aponta fragilidade na sequência de jogos e na confiança do grupo na competição.
Entre as saídas mais repercutidas, a do zagueiro David Braz, que acertou com o Brasiliense, e a do volante uruguaio Rodrigo Saravia, que retornou ao Uruguai para seguir a carreira no Boston River. Informações sobre a rescisão de Bryan Borges estão disponíveis em levantamento específico sobre o caso da rescisão de Bryan Borges.
Próximos passos e repercussão
A diretoria, além de prometer a quitação de parcelas, trabalha internamente para reequilibrar folha e buscar opções de mercado que fortaleçam o elenco sem ferir as limitações financeiras. A aprovação para a formação da SAF, por sua vez, aparece como uma alternativa de médio prazo para atrair modelos de gestão e potencial aporte, mas não resolve imediatamente a rotina de pagamentos.
O calendário aponta para o próximo compromisso em casa, diante do Novorizontino, no Moisés Lucarelli; a partida será um termômetro para avaliar como o time reage em campo após tantas perdas. A cobertura e a análise do momento do clube também foram registradas por textos locais sobre a situação de jogadores e comissão técnica, incluindo comentários sobre o rendimento de atletas como Pottker em meio à crise sobre a cobrança pessoal do atacante.
Em síntese, a sequência em que a Ponte perde jogadores evidencia um problema estrutural que tem efeitos dentro e fora de campo: desde restrições de registro por transfer ban até a saída de atletas titulares, a administração do clube encara um período de decisões que devem definir a trajetória nas próximas semanas.
Para acompanhar a evolução do caso e futuras atualizações sobre pagamentos, rescisões e a tramitação da SAF, o leitor pode seguir a cobertura local do clube e as apurações divulgadas nas matérias citadas.
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