Um grupo de torcedores avaianos e alvinegros viajou até Nova Iorque para seguir a Seleção Brasileira e outras seleções na primeira fase da Copa do Mundo nos Estados Unidos. A experiência, que reúne 15 pessoas entre torcedores de Avaí e Figueirense, mescla tradição, convivência em grupo e frustrações com diferenças logísticas e de preço em relação a outras edições do Mundial.
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Torcedores avaianos e alvinegros: tradição e rotina
O movimento do grupo é planejado: os amigos alugaram uma casa em Nova Iorque para se reunir nos dias de jogo, cozinhar juntos e trocar lembranças de viagens anteriores. Entre eles, Antônio Schmitz Neto é referência — já esteve em cinco Copas consecutivas e mantém a tradição de colecionar e trocar camisas de seleções durante as partidas.
Segundo relatos do grupo, as impressões sobre o Mundial em solo norte-americano misturam admiração pelas cidades visitadas e críticas ao contexto local. Para os torcedores, um ponto chave tem sido o custo para assistir aos jogos, com ingressos na plataforma oficial que, na visão deles, acabaram encarecendo nas revendas autorizadas.
Comparações com edições anteriores
Os relatos dos torcedores avaianos e alvinegros citam memórias de edições anteriores em que sentiram maior proximidade entre estádios e torcidas — um contraste com a experiência atual, em que alguns participantes perceberam menos identificação do público local com a competição. Eles também recordam edições como a da Rússia e do Catar, ressaltando aspectos de organização e concentração de torcedores em espaços mais compactos.
Além das lembranças, a viagem tem função social: a convivência fortalece laços entre amigos e familiares, e a troca de camisas funciona como registro das partidas assistidas. Antônio, por exemplo, levou dezenas de camisas para negociar com torcedores de outras seleções e já trouxe peças de países como Escócia e Marrocos.
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Ingressos, ambiente e observações práticas
Na avaliação dos torcedores avaianos e alvinegros, um fator que pesa é o preço: além do valor inicial, o sistema oficial de revenda aplica taxas que acabam sendo repassadas e elevam os custos. Outra percepção é a diferença de ambientação — em algumas cidades americanas eles notaram que o evento não provoca a mesma reação popular que se vê historicamente em outras sedes do Mundial.
Apesar das críticas, o grupo valoriza poder assistir aos principais craques do futebol mundial e transformar a viagem em momento de confraternização. A rotina do dia de jogo também passa por encontros em bares, reuniões na casa alugada e deslocamentos controlados para evitar contratempos em cidades maiores.
O que a torcida levou na mala
- Camisas para troca com torcedores de outras seleções;
- Recordações de Copas anteriores e fotos de família;
- Planejamento de logística para assistir aos jogos em grupo.
O episódio ilustra um aspecto clássico das torcidas brasileiras: o hábito de viajar para grandes competições, manter tradições e transformar os eventos em experiências coletivas. Para quem acompanha o Avaí de perto, a presença dos torcedores em competições internacionais reforça a relação entre clube e comunidade.
Para acompanhar a rotina do clube e notícias sobre partidas, o leitor pode consultar coberturas locais como a da partida entre Londrina x Avaí e textos sobre desfalques do elenco do Avaí em competições nacionais, como em Avaí desfalques: Aquino e Walace. Coberturas sobre jogadores em ascensão do clube, por sua vez, estão em reportagens sobre João Maistro.
Mesmo fora do país, o grupo segue representando uma parcela fiel da torcida catarinense, mantendo hábitos e impressões que ajudam a compreender a presença brasileira nas arquibancadas internacionais.
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