O técnico Sebastien Migne afirmou que o Haiti na Copa pode surpreender no Grupo C e destacou a necessidade de marcar gols para buscar resultados positivos na estreia e nos jogos seguintes.
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Haiti na Copa: expectativas e histórico
Esta é a segunda participação do país em Copas do Mundo; antes, o Haiti havia disputado a edição de 1974. Naquele torneio, a seleção perdeu os três jogos, mas deixou registro ao marcar contra seleções de peso. Hoje, com a classificação para o Mundial, o Haiti na Copa volta ao cenário global com aspirações renovadas, mesmo sendo uma das seleções menos bem colocadas nos critérios da Fifa — a equipe aparece em 83º lugar, à frente apenas da Nova Zelândia (85ª), segundo a classificação citada pela delegação.
Frente a adversários tradicionais
Migne comentou que, diante de adversários mais reconhecidos, será preciso elevar o nível para ter chances concretas. “Podemos ser uma das surpresas do torneio. O futebol é um jogo, e no fim há um perdedor e um vencedor. Se quisermos vencer, temos que marcar gols seja contra qual adversário for”, disse o treinador na entrevista coletiva realizada na sexta-feira (12).
No Grupo C, o Haiti estreia contra a Escócia, em confronto marcado para o Estádio de Boston no sábado (13), às 22h (horário de Brasília). Depois, encara a seleção brasileira no dia 19 e, em seguida, o Marrocos no dia 24. A sequência coloca o Haiti na Copa frente a rivais com trajetórias mais sólidas no futebol mundial, o que aumenta a percepção de zebra, mas também abre espaço para histórias de superação.
Como o Haiti chega ao Mundial
O trabalho da comissão técnica liderada por Sebastien Migne foi destacado pela direção da seleção na preparação para o torneio. Nos meses que antecederam a competição, a delegação tratou de logística e preparação fora de campo, incluindo alimentação e centro de treinamentos: a seleção do Haiti contratou restaurante para refeições na Copa e definiu bases de trabalho durante a estadia nos Estados Unidos, iniciativa relatada por veículos especializados.
Além de ajustes operacionais, a equipe teve alterações de última hora no elenco: o Haiti cortou um meia e convocou substituto a dois dias da estreia, movimento que reforça o caráter de última hora que marcou parte da preparação. Também houve questionamento de uniformes, com a Fifa pedindo alteração na camisa do Haiti por suposta mensagem política, tema que chegou a pautar o período pré-torneio.
Haiti na Copa: roteiro de jogos no Grupo C
- 13/06 — Escócia x Haiti, Estádio de Boston, 22h (Brasília)
- 19/06 — Brasil x Haiti
- 24/06 — Haiti x Marrocos
A partida de estreia terá atenção especial pelo fato de reunir equipes com nomes menos esperados em fases avançadas, ao mesmo tempo em que o grupo também tem um dos favoritos do torneio. A convocação e a preparação física dos jogadores serão observadas de perto para medir a capacidade do Haiti na Copa de competir em alto nível contra adversários com elencos mais prestigiados.
O discurso do técnico
Migne repetiu a mensagem de foco em resultados e na busca por gols. Para o treinador, o reconhecimento internacional dos jogadores é secundário diante da entrega dentro de campo: “Talvez nossos jogadores sejam menos conhecidos, mas o que importa é a marca que você deixa. Esperamos deixar nossa marca nesse torneio”, completou.
Em contexto semelhante, torcedores e analistas seguem atentos às escolhas táticas e à escalação que a comissão técnica apresentará para a estreia. A expectativa é de que o time busque compactação defensiva sem abrir mão de transições rápidas, estratégia comum a seleções que entram como underdog em grupos com favoritos.
Repercussão e preparação final
Nos dias finais antes do torneio, a delegação do Haiti concentrou atividades preparatórias e definiu detalhes logísticos. A cobertura sobre a última fase de preparação incluiu relatos sobre acampamento em Nova Jersey e treinamentos em centros de apoio, passos importantes para ajustar a equipe.
Para leitores interessados em acompanhar contextos e informações práticas sobre a seleção haitiana, o portal publicou matérias sobre a preparação e mudanças no elenco que ajudam a entender o cenário do país no Mundial, como a notícia sobre a contratação de restaurante para refeições, a troca de jogador no elenco e o episódio envolvendo a camisa.
Mais do que números, a presença do Haiti na Copa reforça a diversidade do torneio e a possibilidade de surpresas. O técnico e a delegação trabalham para transformar expectativa em desempenho dentro de campo, buscando gol e resultados que possam deixar uma marca nesta edição do Mundial.
Para acompanhar outras reportagens relacionadas à preparação haitiana, veja as matérias sobre a contratação de restaurante pela seleção do Haiti, o episódio em que o Haiti cortou um meia e convocou substituto pouco antes da estreia e a reportagem sobre a alteração pedida pela Fifa na camisa do Haiti.
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Fechamento: a estreia no sábado será o primeiro teste prático para avaliar se o Haiti na Copa conseguirá cumprir o discurso do treinador e buscar uma das vagas de destaque no grupo.
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