A seleção brasileira encerrou a participação na Copa do Mundo de 2026 com uma campanha abaixo das expectativas: após cinco jogos, a avaliação aponta tanto jogadores que se salvaram quanto nomes que decepcionaram ao longo do torneio.
Seleção brasileira: quem decepcionou
Entre os que tiveram rendimento aquém do esperado figura o jovem Endrick. Não foi utilizado na estreia contra o Marrocos, ganhou oportunidades nas partidas seguintes por pressão popular, mas teve atuações discretas contra Haiti e Escócia e não aproveitou a chance clara diante da Noruega.
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Raphinha, que chegou ao Mundial entre os nomes de maior expectativa, ficou devendo. Teve partida fraca na estreia, errou uma chance clara contra o Haiti e sofreu lesão que limitou sua participação nas fases finais, chegando a ver o confronto com a Noruega do banco.
Casemiro teve momentos importantes, como o gol contra o Japão, mas o volante não manteve a regularidade esperada ao longo do torneio. Logo na estreia foi substituído no intervalo e, apesar de ser peça-chave em alguns momentos, a campanha acabou ficando aquém do consagrado histórico do jogador.
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Neymar também ficou longe do que muitos esperavam nesta Copa. Ainda em recuperação de lesão, estreou apenas no terceiro jogo e teve participação limitada nos momentos decisivos. Contra a Noruega, entrou em tempo reduzido, marcou um gol de pênalti nos acréscimos e ainda sofreu cartão amarelo em confusões na partida.
Na visão coletiva, a comissão técnica liderada por Carlo Ancelotti não conseguiu extrair o melhor rendimento do grupo. Ancelotti fez escolhas que geraram críticas, como a escalação de alguns atletas na estreia que depois perderam espaço. A falta de soluções ofensivas e a transição defensiva foram pontos ressaltados na análise pós-eliminação.
Quem se salvou na campanha
Apesar do resultado final, houve jogadores que saíram com saldo positivo. Matheus Cunha foi um deles: começou no banco, conquistou a camisa 9 e marcou três gols no torneio, além de participar da construção das jogadas com recuos para encontrar espaços no meio-campo.
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Vini Jr assumiu protagonismo em boa parte da campanha: foi responsável por jogadas e gols importantes, inclusive salvando a equipe em momentos difíceis, e apareceu com regularidade no ataque, contribuindo também com assistências e infiltrações que criaram perigo aos adversários.
Douglas Santos supriu dúvidas iniciais e venceu a disputa por vaga no time, oferecendo segurança defensiva ao lateral e participação ofensiva pontual. O jovem Rayan, acionado para substituir Raphinha, mostrou personalidade em campo com trabalho ativo de pressão e recomposição defensiva, embora ainda busque brilho ofensivo.
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Bruno Guimarães teve participação determinante no meio: apesar do pênalti perdido diante da Noruega, o volante foi um dos mais influentes no setor, com quatro assistências ao longo da campanha e papel de liderança na construção das jogadas e na marcação.
Contexto e repercussão
A campanha do Brasil foi a pior em Copas desde 1990, fato que traz questionamentos sobre escolhas táticas, sequência de jogos e contusões que afetaram o grupo. A percepção pública e a análise especializada passaram a exigir um balanço técnico e decisões para o ciclo que se inicia a partir de agora.
Nas vésperas da partida contra a Escócia, por exemplo, houve atenção ao trabalho de preparação, tema abordado em cobertura pré-jogo e treinos da equipe, que destaca decisões de preservação de atletas e ajustes táticos — relembre a cobertura do treino da seleção brasileira com Alisson poupado.
A repercussão nos meios de comunicação também incluiu opiniões contundentes, que refletiram a frustração após a eliminação — casos como críticas e elogios públicos foram registrados, inclusive em análises que comparam o desempenho atual com ciclos anteriores, como discutido em coluna sobre a rivalidade e comparações com a Argentina (comentários públicos sobre a Seleção).
Fora de campo, manifestações de apoio e festas de torcida também marcaram a trajetória do time, com iniciativas locais para incentivar os jogadores durante a competição, como mostra cobertura de cidades que viraram pontos de apoio (apoio popular em Arraial do Cabo).
- Jogadores que decepcionaram: Endrick, Raphinha, Casemiro e Neymar.
- Destaques da campanha: Matheus Cunha, Vini Jr, Douglas Santos, Rayan e Bruno Guimarães.
O cenário pós-Copa exige leituras objetivas: a seleção brasileira precisa de ajustes na formação e no repertório ofensivo, além de um planejamento claro para o próximo ciclo. A comissão técnica e a Confederação terão trabalho pela frente para reagrupar a base e definir prioridades.
Em campo, alguns atletas demonstraram capacidade de assumir protagonismo; em outros casos, a pressão do torneio e problemas físicos limitaram as opções. Ainda assim, a identificação de nomes que se destacaram oferece pontos de partida para reconstrução.
Fechando a análise, a seleção brasileira deixa a Copa com lições sobre gestão de elenco, leitura tática e necessidade de alternativas ofensivas. O balanço final deverá orientar escolhas nos próximos meses, a fim de preparar o país para os desafios seguintes.
Para acompanhar mais detalhes, análises e conteúdos sobre a trajetória do time, siga a cobertura e a repercussão nas próximas semanas.
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