Lucas Pinheiro Braathen declarou torcida pelo Brasil no duelo entre Brasil e Noruega, marcado para domingo às 17h (de Brasília), pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Nascido na Noruega, o esquiador de 26 anos — filho de pai norueguês e mãe brasileira — afirmou que seu “coração é verde e amarelo” e que escolheu representar o Brasil desde 2024.
Lucas Pinheiro Braathen e a escolha pelo Brasil
Em entrevista, Lucas Pinheiro Braathen lembrou que a relação com o Brasil começou ainda na infância, nas férias de inverno quando viajava para o país e jogava futebol com os primos. “Desde que foi definido que Brasil e Noruega se enfrentariam, o meu celular não para de tocar. Eu não consigo nem andar nas ruas sem vir alguém me perguntando se vou torcer para Noruega ou Brasil. A minha história começou jogando futebol no Brasil. Eu escolhi representar o Brasil e meu coração é verde e amarelo. É do Brasil. Vamos”, disse o atleta.
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Contexto pessoal e trajetória
Aos 26 anos, Lucas Pinheiro Braathen carrega uma história marcada pela dupla filiação cultural. Crescer entre Noruega e Brasil levantou dúvidas durante a juventude, mas também deu ao atleta um senso de identidade singular. “Durante a infância, essa dualidade foi difícil. Era difícil entender, onde eu me sentia inteiro. Mas, crescendo e com maturidade, eu percebi que é exatamente essa dualidade que é o meu superpoder. E como muita gente no Brasil, eu sou fruto dessa mistura. É por isso que eu sempre me senti em casa no Brasil”, contou o campeão, que já teve reconhecimento internacional em sua modalidade.
O esporte que o projetou é o esqui alpino: reportagens anteriores o classificaram como campeão olímpico e também destacaram títulos em esferas importantes da modalidade, como referência no slalom gigante. Defendendo as cores do Brasil desde 2024, Lucas vem se aproximando cada vez mais da cena brasileira — fora das pistas, é público o relacionamento com a atriz Isadora Cruz, protagonista da novela “Coração Acelerado”, além de citar ídolos do futebol como Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho.
Repercussão e atenção da mídia
A declaração do atleta gerou perguntas nas ruas e movimentou redes sociais, conforme ele mesmo relatou. A expectativa em torno do confronto Brasil x Noruega inclui não apenas o interesse esportivo, mas também histórias individuais como a de Lucas, que exemplificam a diversidade de origem presente na seleção e na torcida.
Para leitores que acompanham a cobertura mais ampla do torneio, há textos que ajudam a entender a programação e os destaques do dia, incluindo o confronto entre Brasil e Noruega: Copa do Mundo hoje: Brasil enfrenta Noruega e México pega Inglaterra. A presença de personalidades ligadas às seleções também é tema de perfis, como a matéria sobre as companheiras de jogadores da Noruega: WAGs da Noruega: conheça as esposas e namoradas na Copa do Mundo.
- Origem e formação: nascido na Noruega, com vínculo familiar no Brasil;
- Modalidade: esqui alpino, com destaque no slalom gigante;
- Escolha nacional: representa o Brasil desde 2024 e declara apoio à seleção brasileira;
- Vida pessoal: relacionamento com atriz brasileira e identificação com a cultura do país.
Além dos perfis individuais que acompanham os jogos, a própria estrutura e formato da competição têm sido alvo de debates — desde o calendário até a presença dos 48 times — um tema abordado em análises como a da estrutura do campeonato: Copa do Mundo 48 testa emoção e expõe falhas dos 48.
O relato de Lucas Pinheiro Braathen reforça como decisões pessoais de atletas com dupla nacionalidade podem se conectar ao sentimento coletivo dos torcedores, trazendo histórias que ultrapassam o resultado dentro de campo e ganham espaço na cobertura do torneio.
Em campo, a partida entre Brasil e Noruega concentra expectativas esportivas; fora dele, casos como o de Lucas ajudam a mapear como identidades transnacionais dialogam com a competição e com o público. A participação do atleta na vida pública e sua identificação declarada com o Brasil somam camada humana à narrativa da Copa.
No balanço da preparação emocional para o jogo, a mensagem do esquiador foi clara e direta, sintetizando a opção pessoal que escolheu: torcida pelo Brasil. Acompanhe a cobertura do dia e as repercussões do confronto para entender melhor como episódios individuais dialogam com o próprio torneio.
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