Flavio Cobolli celebrou a classificação às oitavas de final de Wimbledon imitando a comemoração de Matheus Cunha após vencer Karen Khachanov por 3 a 2; o gesto e a explicação do italiano ganharam atenção do público.
Flavio Cobolli e a comemoração ‘à la Matheus Cunha’
O dia de Flavio Cobolli em Wimbledon ficou marcado não só pela vitória dramática sobre o russo Karen Khachanov — por 3 sets a 2 (0/6, 7/6 [4], 6/7 [5], 6/2 e 6/2) —, mas também pela reprodução da conhecida celebração de surfista do atacante brasileiro Matheus Cunha. A partida durou quase quatro horas e, ao fim do duelo, Cobolli fez o gesto que viralizou nas redes e despertou comentários sobre a mistura entre tênis e futebol.
Questionado ainda na quadra sobre o gesto, o jogador explicou que foi resultado de uma aposta com seu treinador e que acompanha a Copa do Mundo, além de ser fã da celebração de Matheus Cunha. A explicação humanizou a cena e mostrou como momentos de outros esportes ganham espaço em torneios consagrados como Wimbledon.
O jogo e a campanha em Wimbledon
Além da comemoração, a atuação de Flavio Cobolli no torneio britânico tem impacto esportivo: ao derrotar Khachanov, ele garantiu vaga nas oitavas e agora encara um adversário duro. A próxima partida pela frente será contra o australiano Alex de Minaur, o que coloca Cobolli diante da chance de igualar sua melhor campanha em Wimbledon ao chegar às quartas de final.
- Oitavas de final em disputa em Wimbledon;
- Placar: 3 a 2 para Cobolli (0/6, 7/6 [4], 6/7 [5], 6/2 e 6/2);
- Partida teve quase quatro horas de duração;
- Próximo adversário: Alex de Minaur.
Informações sobre a trajetória recente do jogador e sua rotina de torneios podem ser consultadas em cobertura anterior, que traz contexto sobre sua participação em grandes eventos como Roland Garros: Cobolli em Roland Garros. Há também textos que acompanharam sua caminhada no circuito e confrontos anteriores: vitórias que marcaram a temporada e reportagens de chave que cobriram o jogo contra Khachanov: relato da chave e análise das partidas.
Contexto: Matheus Cunha e a celebração que virou marca
Matheus Cunha tornou a celebração conhecida ao marcar gols na Copa do Mundo; o atacante realizou o gesto em pelo menos três oportunidades no torneio e explicou que o motivo está ligado à paixão pelo surfe. Natural da Paraíba, Cunha pratica surf como hobby e mantém amizade com nomes do esporte, como o campeão Ítalo Ferreira, o que ajudou a popularizar a expressão.
A presença da comemoração em Wimbledon, portanto, é um exemplo de como ícones e símbolos de eventos internacionais podem transcender fronteiras e modalidades. Flavio Cobolli, ao replicar a celebração, reconheceu a influência do atacante e transformou um momento individual em notícia global.
Repercussão e próximos passos
O gesto repercutiu nas redes sociais e entre jornalistas presentes em Wimbledon, mas o foco de Cobolli segue na competição de tênis. A vitória sobre Khachanov retoma a confiança do italiano, que já teve destaque no circuito de saibro e foi vice-campeão de Roland Garros ao enfrentar Alexander Zverev na decisão cerca de um mês atrás.
Do lado da Seleção Brasileira, Matheus Cunha vive bom momento na Copa do Mundo e deve ser um dos nomes observados no duelo das oitavas de final contra a Noruega. Enquanto isso, Flavio Cobolli concentra-se no Wimbledon e na possibilidade de avançar para as fases decisivas do torneio.
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Em Wimbledon, a mistura de celebrações e referências externas alimenta debates sobre a visibilidade do esporte e a relação entre atletas de modalidades distintas. Para Cobolli, a comemoração foi uma maneira leve de celebrar um resultado importante e criar vínculo com o público.
Por ora, o foco permanece nas próximas rodadas: Flavio Cobolli segue na chave de simples e tenta manter a sequência de jogos sólidos para sonhar com as quartas. Ao mesmo tempo, a cena com Matheus Cunha oferece um gancho midiático que acompanha o tênis nesta fase do calendário esportivo.
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Fechamento: A imagem de Flavio Cobolli reproduzindo a comemoração de Matheus Cunha simboliza a intersecção entre modalidades em eventos globais. O italiano agora mira Alex de Minaur, enquanto a celebração mantém o olhar do público sobre ambas as competições.
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