A ponteira acreana Erlane Mota aceitou o convite do Ferroviário-RO e reforçará a equipe na etapa regional Norte da Superliga C Feminina, que será disputada entre 5 e 9 de agosto na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus (AM).
Erlane Mota e o convite do Ferroviário-RO
Erlane Mota, com mais de três décadas de trajetória no vôlei, é referência no estado do Acre por sua trajetória no voleibol indoor e de praia. A atleta já teve passagens anteriores pelo Ferroviário e mantém um centro de treinamento que funciona como escolinha, além de seguir ativa nas duas variantes da modalidade.
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A entrada de Erlane Mota ao elenco do Ferroviário-RO reforça a busca pelo título na fase regional. A atleta integrou o grupo a convite do clube e viajará via Porto Velho rumo a Manaus no dia 4 de agosto, conforme informado pela organização do clube.
Superliga C Feminina: formato e a etapa Norte
A etapa regional Norte da Superliga C corresponde à terceira divisão do voleibol brasileiro e reúne equipes da região em busca de uma vaga para a fase nacional. Nesta edição, apenas o campeão regional Norte avança à fase nacional da Superliga C Feminina, que terá representantes das demais regionais competindo por quatro vagas de acesso à Superliga B.
Na etapa de Manaus, além do Ferroviário-RO, participam as equipes:
- Nilton Lins-AM
- Azul Mania-RR
- Iate Clube-RR
- Associação Forte Aliança-RO
A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) ainda não divulgou a tabela completa da primeira fase.
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O papel de uma atleta experiente
Com experiência acumulada ao longo de décadas, Erlane Mota traz ao grupo qualificação técnica e liderança. Sua participação tende a agregar ao elenco do Ferroviário-RO tanto dentro de quadra quanto na formação das atletas mais jovens que acompanham o clube.
No currículo recente da ponteira acreana estão conquistas no circuito de vôlei de praia, incluindo títulos em competições realizadas em Rio Branco e em Porto Velho (RO), além de torneios master. A combinação de atuação no indoor e na praia tem sido comum entre jogadoras que ampliam repertório técnico e físico ao longo da carreira.
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Preparação e perspectiva para a etapa
O deslocamento da atleta está programado para começar em Porto Velho no dia 4 de agosto, com chegada a Manaus em seguida. A expectativa do clube é integrar rapidamente a jogadora ao grupo para a sequência de treinos e ambientação à equipe.
A participação de Erlane Mota também chama atenção para a questão da representatividade: com poucos times do Acre na disputa, o reforço de uma atleta local em um clube de Rondônia destaca a mobilidade regional do voleibol e a aproximação entre elencos de estados próximos.
Para leitores que acompanham a movimentação do vôlei nacional, há relatos recentes sobre a organização da Superliga C e a formação de novos elencos. Em uma matéria sobre a ausência de times do Acre na etapa Norte, a reportagem detalha o cenário local e os desafios para montar equipes competitivas: Acre fica fora da Etapa Norte da Superliga C de Vôlei e técnico pede união. Outra publicação mostra iniciativas de clubes que criaram elencos femininos para disputar a terceira divisão: JF Vôlei cria time feminino e disputará a Superliga C. A preparação de times em outras regiões também tem sido noticiada, como no caso do Vôlei Londrina, que fechou elenco e marcou início dos treinos: Vôlei Londrina fecha elenco e marca início dos treinos.
O que está em jogo
A etapa regional é eliminatória: somente o campeão da região Norte passa à fase nacional da Superliga C Feminina. A partir daí, representantes das diversas regionais brigam por quatro vagas de acesso à Superliga B, o que torna a disputa intensa e estratégica para clubes que buscam evolução na pirâmide do voleibol nacional.
Enquanto a CBV não publica a tabela, a atenção do clube e da atleta se volta ao acerto do entrosamento e à preparação física para enfrentar adversárias com estilos distintos de jogo — especialmente equipes vindas de Amazonas e Roraima, que conhecem bem as condições locais.
Fechando a cobertura, a presença de Erlane Mota na equipe do Ferroviário-RO reforça a narrativa de trajetórias regionais que convergem em competições nacionais e destaca o papel de jogadoras veteranas na transmissão de experiência para gerações mais jovens.
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