Kléberson acredita que a Seleção Brasileira pode repetir um roteiro parecido com o do penta e indicou um possível substituto de Paquetá para as oitavas de final contra a Noruega, neste domingo. O ex-volante, campeão mundial em 2002, destacou características de leveza e entrega do jogador que o colocariam em posição favorável caso Ancelotti opte por uma troca no meio-campo.
Substituto de Paquetá
Na avaliação de Kléberson, o perfil do atleta ideal para suprir a ausência de Lucas Paquetá passa por alguém que entre sem sentir a pressão e consiga aproveitar o momento da equipe. Ele citou Danilo Santos como exemplo de jogador que chegou nas fases finais do torneio e demonstrou tranquilidade ao vestir a camisa do Brasil.
Para quem quiser conhecer melhor a trajetória do volante apontado pelo ex-camisa 8, há um perfil detalhado sobre o jogador no site do Guia Esportivo — trajetória de Danilo Santos — que descreve sua passagem por clubes e a chegada à seleção.
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Como nasceu a comparação com 2002
Kléberson lembrou do próprio percurso na Copa de 2002, quando surgiu como opção do técnico e terminou entre os titulares nas fases finais. Ele afirmou que o fator psicológico — a redução da pressão e a confiança para executar funções já treinadas — foi decisivo para que jogadores pouco conhecidos brilhassem no torneio. Esse é, segundo ele, o mesmo caminho que pode favorecer o substituto de Paquetá agora.
O ex-volante ressaltou que a experiência de jovens atletas mudou nas últimas décadas: hoje muitos chegam à seleção com passagens por clubes europeus e rodagem em competições de alto nível, o que pode facilitar a adaptação em momentos decisivos.
Sobre as opções para o técnico, existe uma apuração do Guia Esportivo com alternativas que Ancelotti pode avaliar para suprir a ausência de Paquetá — opções de Ancelotti para substituir Paquetá — incluindo variações táticas que vão desde a entrada de um meio-campista até a mudança por um atacante.
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Atuação e atenção contra a Noruega
Sobre o adversário, Kléberson chamou atenção para a verticalidade e a presença física do ataque norueguês, com destaque para Haaland. O ex-jogador avaliou que o Brasil precisa se precaver contra contra-ataques e garantir proteção na área, ao mesmo tempo em que mantenha a posse de bola e imponha seu ritmo.
Ele também comentou o carinho que outras torcidas têm demonstrado pela Noruega no Mundial e lembrou que o estilo agressivo em transição é característica que exige atenção especial da defesa brasileira.
Valorização de jovens e protagonistas
Kléberson elogiou a postura de Endrick nesta Copa, destacando a disposição do jovem atacante em querer participar ativamente e aceitar a pressão de ser opção de banco para decidir partidas. Há uma cobertura do Guia Esportivo sobre a presença do jogador na seleção, que traz mais contexto sobre sua atuação — Endrick na Seleção.
O ex-volante também destacou o protagonismo de Bruno Guimarães, lembrando que o meio-campista tem capacidade de mudar o jogo em momentos decisivos e amadureceu desde os tempos de Athletico — reportagem de análise refere-se ao impacto de Bruno no torneio — Bruno Guimarães em destaque.
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- Contexto tático: manter posse e apertar na transição;
- Escolha de Ancelotti: avaliação entre meio-campistas e atacantes;
- Fatores psicológicos: jogadores que entram sem peso tendem a render melhor.
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Na reta final de preparação, a Seleção terá de decidir qual perfil melhor compensa a ausência de Paquetá: alguém que preserve o equilíbrio no meio ou uma opção mais ofensiva para variar a referência no terço final. Kléberson defende que a simplicidade e a confiança do jogador que entra podem transformar a dinâmica do jogo, exatamente como ocorreu em 2002.
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