Mogi Basquete renova com três titulares e já define base para 2026/27

Felipe Ruivo, Paulo Lourenço e Dikembe, jogadores do Mogi Basquete, durante anúncio de renovação
Ruivo, Paulo e Dikembe seguem no Mogi para a temporada 2026/27 — Foto: Arte/ge

O Mogi Basquete confirmou a renovação dos contratos do armador Felipe Ruivo, do ala-pivô Paulo Lourenço e do pivô Dikembe para a temporada 2026/27, em anúncio divulgado pelo clube. As confirmações representam os primeiros nomes definidos pela diretoria na montagem do elenco que seguirá sob o comando do técnico Fernando Penna.

Mogi Basquete monta base e renova três titulares

As permanências de Ruivo, Paulo e Dikembe dão ao time sequência em pilares essenciais da última campanha, quando a equipe alcançou o vice-campeonato do Campeonato Paulista e avançou até a semifinal do NBB. O trio foi anunciado como os únicos remanescentes do plantel anterior, segundo o clube.

Capitão da equipe, Felipe Ruivo, de 28 anos, disputou 45 partidas no NBB e registrou médias de 9,5 pontos e cinco assistências por jogo, liderando o elenco no fundamento das assistências. O ala-pivô Paulo Lourenço, de 32 anos, também atuou em 45 jogos no campeonato nacional e teve médias de 9,7 pontos — a quarta maior da equipe — e 5,6 rebotes, desempenho que lhe rendeu presença no Jogo das Estrelas.

Dikembe, com 26 anos e 2,06 m, se destacou no garrafão: foram 44 jogos no NBB com médias de 9,3 pontos e 8,1 rebotes, e o pivô terminou como o jogador mais eficiente do elenco, com índice de 18,3.

O conjunto de números mostra por que o clube optou por manter a estrutura da equipe: Ruivo traz organização no jogo e capacidade de armação, Paulo soma experiência ofensiva e presença no rebote, e Dikembe atua como referência no interior da área defensiva e ofensiva.

Preparação para as competições

De acordo com o cronograma divulgado, o plantel deve iniciar a pré-temporada na próxima semana com foco no Campeonato Paulista, em que o Mogi estreia em 5 de agosto, contra o Pinheiros, fora de casa. Ainda nesta janela, o clube projeta a preparação para o NBB, cuja temporada está prevista para começar em outubro.

A manutenção de três titulares experientes dá ao treinador Fernando Penna uma base conhecida para trabalhar durante a pré-temporada, acelerando a integração de eventuais reforços e o desenvolvimento coletivo em direção aos objetivos da temporada.

Além do trabalho técnico, a continuidade de peças-chave costuma facilitar a repetição de conceitos táticos e a construção de rotinas defensivas e ofensivas, pontos que a comissão técnica deverá priorizar nas semanas que antecedem a estreia no Paulista.

Contexto e histórico recente

O desempenho do Mogi nas últimas competições coloca o clube entre as forças do basquete estadual e em posição competitiva no cenário nacional. O vice-campeonato paulista e a presença na semifinal do NBB são referências importantes para a gestão esportiva ao planejar a sequência da temporada.

Para acompanhar o desenvolvimento das categorias de base e a evolução do projeto do clube, o leitor pode consultar reportagens anteriores que acompanham o Mogi em competições de base e na LDB: Mogi Basquete LDB: técnico destaca evolução do elenco na primeira etapa e Mogi Basquete supera Unifacisa e estreia com vitória na LDB. Ainda há cobertura de jogos que ajudam a traçar o panorama recente do clube, como em Mogi supera o Vasco na prorrogação.

Esses textos dão contexto à nova fase: enquanto a equipe profissional define a base para 2026/27, a formação e a integração com as categorias de base seguem sendo observadas pela diretoria como parte do planejamento esportivo.

Impacto esportivo da renovação

A manutenção de titulares como Ruivo, Paulo e Dikembe tem efeitos diretos na coesão do grupo e na competitividade da equipe. A continuidade permite ao técnico ampliar ajustes táticos já conhecidos e reduzir o tempo necessário para construção de entrosamento, um aspecto relevante numa temporada com calendário apertado.

  • Organização ofensiva: com Ruivo como armador e capitão, o time preserva uma referência na distribuição de jogo.
  • Rebote e presença física: Paulo e Dikembe mantêm o poder de combate no garrafão, fundamental em jogos decididos na intensidade física.
  • Experiência e liderança: a combinação de idades e papéis oferece equilíbrio entre juventude e maturidade.

O planejamento do Mogi para 2026/27 ainda deverá incluir a definição de reforços, a avaliação de saídas e a finalização da comissão técnica auxiliar, etapas comuns no período que antecede as competições oficiais.

O anúncio serve também para sinalizar ao torcedor e ao mercado que a direção optou por preservar a espinha dorsal da equipe que obteve bons resultados, história que a diretoria espera repetir e ampliar nas competições do próximo ciclo.

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Em resumo, a renovação dos três titulares é o primeiro movimento formal do Mogi rumo à temporada 2026/27 e marca o início da busca por equilíbrio entre continuidade e reforços para disputar o Paulista e o NBB.

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