A França na Copa confirmou o favoritismo ao superar a Suécia por 3 a 0 e garantir vaga nas oitavas de final. O time bicampeão mostrou volume ofensivo, variação de jogadas e controle do jogo em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
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França na Copa: domínio, repertório e números
A França na Copa exigiu pouca reação para impor seu jogo: 60% de posse de bola, 23 chances criadas e 14 finalizações no alvo confirmam o amplo controle da partida. A vitória por 3 a 0 deixou claro o porquê da seleção ser apontada entre as maiores candidatas ao título mundial.
O primeiro tempo registrou a maior pressão francesa: antes do intervalo a equipe já havia finalizado 13 vezes e só não abriu o placar mais cedo por conta das defesas do goleiro sueco Zetterström e de uma trave resistente. Na 14ª finalização, Mbappé encontrou o caminho e marcou o primeiro gol.
Equilíbrio, movimentação e finalização
Do meio para a frente, o entrosamento foi um dos destaques. Com Tchouaméni e Rabiot dando solidez ao meio-campo, o ataque contou com liberdade para trocar posições: quando Dembélé fechava para dentro, Olise ocupava o corredor; Mateta acelerava pelo lado esquerdo; e Mbappé usou a explosão para atacar a última linha adversária. O resultado foi uma seleção capaz de variar jogadas e finalizar com qualidade.
Olise, apesar de não ter marcado, participou diretamente das jogadas ofensivas e deu as assistências para o segundo e o terceiro gol, enquanto o conjunto ofensivo foi responsável por todos os gols da partida. No segundo tempo a França reduziu o ritmo, mas manteve a posse e a precisão nos passes curtos, controlando o jogo e evitando riscos na defesa de Maignan.
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O que os números dizem
Os dados deixam explícito o domínio: 60% de posse, 23 chances criadas, 14 finalizações no alvo e somente quatro oportunidades concedidas à Suécia. Esses índices mostram um time que não apenas pressiona, mas também gere o jogo com paciência e eficiência.
- Posse e controle: 60% de posse permitiu à França escolher os momentos de atacar e de administrar a vantagem.
- Variedade ofensiva: trocas de posição e infiltrações que abriram espaços entre as linhas suecas.
- Efetividade coletiva: ataque estrelado que marcou os três gols e contou com assistências de jogadores como Olise.
O resultado também reforça a leitura tática de Didier Deschamps, que conseguiu alinhar equilíbrio defensivo e criatividade ofensiva. Após o jogo, análises e elogios à atuação da equipe destacaram a combinação entre talento individual e organização coletiva.
Para quem quiser entender o alcance do desempenho francês, há textos com análises e repercussões da vitória, incluindo avaliações sobre a atuação de Mbappé e opções táticas de Deschamps: o panorama pode ser visto em uma matéria sobre o domínio da França na partida e em outra sobre a avaliação de Deschamps após o jogo.
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Próximo adversário e cenário das oitavas
Nas oitavas, a França irá encarar o Paraguai, que avançou em confronto dramático contra a Alemanha. Mesmo considerando a força dos sul-americanos, o desempenho apresentado pela França na fase de grupos e neste jogo em Nova Jersey mantém a seleção francesa como uma das favoritas a avançar novamente.
Além do confronto seguinte, dois pontos merecem atenção: a capacidade do time em manter o volume ofensivo sem perder equilíbrio defensivo e a profundidade do elenco, com alternativas que permitem preservar atletas em uma agenda cheia de partidas eliminatórias. Para entender como essas escolhas táticas podem influenciar a sequência, há textos que tratam da reverência ao técnico e da reação do elenco, como a cobertura sobre Deschamps e Mbappé.
Fechamento
Com um desempenho que combinou controle, repertório e efetividade, a França na Copa deu mais um passo em direção às fases finais e confirmou que entra no rol de seleções favoritas ao título. O time mostrou que, além de talento individual, possui articulação coletiva e paciência para criar as melhores oportunidades.
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