A Fifa estuda alterar a regra de pênaltis no mata-mata da Copa do Mundo de 2026, segundo o jornal inglês The Times, que noticiou debates entre dirigentes da entidade e a International Football Association Board (IFAB).
A proposta, discutida com o órgão que regula as leis do jogo, prevê alterar o sistema de sorteios que antecede as cobranças. Em vez de dois sorteios separados — um para definir quem bate primeiro e outro para o lado do campo —, a ideia é unificar o processo: o vencedor do único sorteio escolheria entre cobrar primeiro ou optar pelo lado do campo onde a disputa será realizada.
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Como funcionaria a regra de pênaltis proposta
Hoje, existem dois sorteios prévios às cobranças: um determina qual equipe fará a primeira cobrança e outro define em qual gol as penalidades serão executadas. A mudança sugerida pela Fifa unificaria essas decisões em um único sorteio. O vencedor desse sorteio teria o direito de escolher entre cobrar primeiro ou definir o lado do campo — a equipe que perder o sorteio ficaria com a opção restante.
Segundo a reportagem do The Times, a intenção é corrigir um eventual desequilíbrio do modelo atual, em que um mesmo time pode sair favorecido ao vencer os dois sorteios. A Fifa entende que a nova configuração tornaria as disputas mais justas e reduziria a possibilidade de vantagem dupla por sorte.
Motivações e procedimento
Dirigentes da Fifa discutiram a proposta com a IFAB, que é responsável pelas regras do futebol há mais de 140 anos. A implementação ainda nesta edição do Mundial só seria possível se houver uma decisão rápida: a entidade precisa definir a mudança antes do início do mata-mata, previsto para começar no domingo, conforme a reportagem.
Essa pressa administrativa geraria ajustes logísticos e de comunicação aos árbitros, delegações e comissões técnicas. Mesmo com a mudança formal no procedimento do sorteio, as cobranças em si manteriam as regras já previstas para execução das penalidades.
O debate público sobre vantagens em cobranças por pênalti já tem precedentes. Reportagens e análises sobre o tema mostram como detalhes do procedimento prévio podem influenciar o equilíbrio psicológico entre as equipes. Em matérias anteriores sobre o tema, como a que traça o percurso dos artilheiros em penais, pesquisadores e comentaristas discutem se cobrar primeiro representa alguma vantagem competitiva. Uma cobertura relacionada pode ser encontrada na reportagem sobre recordes de gols de pênalti em Copas, que ilustra o peso histórico das cobranças.
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Impactos práticos e reações possíveis
Se adotada, a regra de pênaltis proposta alteraria apenas o momento do sorteio e a ordem de escolha de opções — o que, no entanto, pode ter efeitos práticos significativos. Entre as possíveis consequências estão:
- Maior clareza no procedimento prévio às cobranças, ao reduzir dois sorteios a um só;
- Possibilidade de estratégias por parte das equipes ao decidir entre cobrar primeiro ou escolher o lado do campo, sobretudo em jogos com torcida majoritariamente a favor de um time;
- A necessidade de padronizar comunicações e treinos para árbitros e capitães, evitando confusão no calor do momento.
Não existe garantia de que todas as confederações e comissões técnicas receberiam a mudança com a mesma velocidade, o que torna essencial uma definição e divulgação claras por parte da Fifa e da IFAB. Além disso, discussões sobre a equidade da disputa por pênaltis podem ganhar novo fôlego com a alteração.
Em recentes coberturas sobre cobranças decisivas, matérias destacaram tanto o aspecto técnico quanto o emocional dos jogadores envolvidos. A proposta da Fifa insere mais um elemento de encaixe entre sorteios e estratégia, sem alterar o ato final: a cobrança em si.
O tema também foi lembrado em pautas sobre expectativas de jogos decididos nos pênaltis, como entrevistas e análises que antecedem partidas eliminatórias. Um exemplo de repercussão em torno de cobranças aparece na reportagem sobre as opiniões de goleiros e especialistas antes de confrontos decisivos, como a peça sobre Dibu Martínez e suas previsões em finais.
Para confrontos em categorias menores ou estaduais, a dinâmica de pênaltis também é estudada, como mostra a cobertura de decisões por penalidades em torneios regionais registrada em competições locais. Esses exemplos ajudam a entender a relevância prática de qualquer mudança no procedimento.
Em resumo, a proposta da Fifa visa alterar o protocolo de definição prévia das disputas para tornar a disputa mais equilibrada, unificando sorteios e oferecendo ao vencedor a escolha entre cobrar primeiro ou selecionar o lado do campo. Resta agora saber se a IFAB endossará a medida a tempo do mata-mata.
Fechamento: Acompanhe a evolução do tema: a decisão sobre a regra de pênaltis deve ser tomada em caráter rápido para uma eventual aplicação ainda nesta edição do Mundial.
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