A Mercedes repete sequência de vitórias iniciada na temporada 2026: a equipe venceu, isolada, as seis primeiras corridas do ano antes de ver a série ser interrompida no GP de Barcelona-Catalunha.
Sequência de vitórias
A arrancada da Mercedes começou com George Russell na Austrália e ganhou força com Andrea Kimi Antonelli, que venceu cinco corridas consecutivas. No último domingo, contudo, Lewis Hamilton voltou ao topo do pódio no Circuit de Barcelona-Catalunya, encerrando a série de triunfos isolados da equipe.
O resultado em Barcelona teve impacto direto na classificação: Antonelli, de 19 anos, segue líder do Mundial de pilotos, mas viu reduzir sua vantagem — ele manteve 41 dos 66 pontos de vantagem que tinha na tabela, agora à frente do vice-líder Hamilton. No Mundial de construtores, a Mercedes continua em disparada com 262 pontos contra 190 da Ferrari.
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Apesar da interrupção da série, o desempenho da equipe mostra dominância técnica e competitiva desde o início do ano. A forma como a Mercedes construiu a sequência de vitórias e a margem no Mundial de construtores reforça a força do projeto para 2026.
O GP de Barcelona também teve capítulos importantes que ajudam a explicar a subida e a queda de momentos na temporada: a corrida terminou com Hamilton no lugar mais alto do pódio — com repercussão entre equipes e pilotos sobre estratégias e desempenho — enquanto Andrea Kimi Antonelli sofreu uma quebra nas últimas voltas e perdeu até o pódio que parecia garantido.
Detalhes da corrida e dos ajustes técnicos repercutiram nos bastidores: a mudança de atuação das rodas traseiras da Ferrari foi citada como um elemento que alterou o equilíbrio entre as equipes, e o pódio em Barcelona também ganhou espaço nas matérias locais sobre a prova.
Contexto histórico da sequência
A história da Mercedes na F1 registra outras sequências longas de vitórias, e a campanha atual se coloca entre as melhores da equipe. A seguir, as maiores corridas vencedoras consecutivas já alcançadas pela escuderia:
- 2016: maior sequência da Mercedes, com dez vitórias consecutivas.
- 2019: série de oito vitórias seguidas, da Austrália ao triunfo de Hamilton na França.
- 2014 e 2015: em ambos os anos a equipe alcançou sequências de seis vitórias; 2014 ainda teve uma passagem de sete triunfos consecutivos, e 2015 repetiu sete vitórias em outra sequência.
- 2020: nova série de sete vitórias iniciada na Toscana e estendendo-se até o Bahrein.
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Essas marcas históricas ajudam a dimensionar o atual momento: repetir uma sequência de seis vitórias coloca o time entre as temporadas mais positivas da sua história recente. Mesmo com a parada em Barcelona, o saldo ao fim dessas seis corridas reforça o favoritismo da Mercedes no Mundial de construtores.
O que mudou em 2026
Na temporada atual, a alternância de vencedores entre os pilotos da Mercedes e o surgimento de Antonelli como protagonista tornaram as primeiras etapas particularmente competitivas. A combinação de confiabilidade, atualização aerodinâmica e estratégia contribuiu para que a equipe atingisse a sequência de vitórias registrada nos primeiros GPs.
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O capítulo do GP de Barcelona também provocou reações técnicas e esportivas, como a repercussão sobre um eventual recurso da equipe em outras provas — episódio que já apareceu na cobertura em textos anteriores sobre pedido de revisão sobre o resultado do GP de Mônaco.
Além disso, o retorno de Hamilton ao topo do pódio ganhou menções em análises que abordam o fim de longos jejum e a recuperação de desempenho: a vitória em Barcelona foi citada em publicações que tratam do fim do jejum da Ferrari em resultados específicos e da volta de Hamilton ao primeiro lugar, com impactos na narrativa da temporada.
Para detalhes da corrida e reações dos protagonistas, a cobertura local reuniu relatos do pódio em Barcelona e análises técnicas sobre as escolhas das equipes, como resumido em reportagens sobre o pódio britânico em Barcelona e outras publicações especializadas.
Fechamento
Com a série de seis vitórias, a Mercedes volta a ocupar um lugar de destaque no início de temporada e amplia comparações com as melhores fases da sua história. A interrupção em Barcelona reabre a disputa e mantém a temporada 2026 com alto grau de competitividade entre equipes e pilotos.
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