Itaquaquecetuba será, pelo segundo ano seguido, uma das sedes regionais da Superliga Masculina C. O Ginásio Municipal Sumiyoshi Nakaharada, na Vila Japão, receberá um dos grupos da Região Sudeste com o Vôlei Itaquá como anfitrião, projeto que reúne atletas das categorias sub-21 e adulta.
Superliga Masculina C: Itaquaquecetuba como sede regional
A competição, conhecida como terceira divisão do vôlei nacional, distribui quatro vagas para a próxima edição da Superliga B e volta a colocar Itaquaquecetuba no mapa do voleibol brasileiro. A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) ainda não divulgou as demais sedes, o número de participantes nem a data oficial de início, mas a expectativa local é de que o torneio comece em julho.
Local e organização
O Ginásio Municipal Sumiyoshi Nakaharada foi escolhido para receber partidas do grupo sudeste. A coordenação do projeto do Vôlei Itaquá é assinada por Ricardo Navajas e João Marcondes, multicampeões por Suzano na década de 1990, que mantêm a proposta de revelar atletas jovens e oferecer transição para a categoria adulta.
Na edição anterior, a equipe foi formada por atletas das categorias sub-21 e adulta do projeto — que à época representava Pindamonhangaba — e foi eliminada na semifinal da fase regional, não obtendo classificação para a etapa nacional.
Apresentação e elenco
A apresentação oficial do grupo para imprensa e patrocinadores está marcada para a próxima segunda-feira (22). Para a temporada 2026/27, além da Superliga Masculina C, o Itaquá também disputará a elite do Campeonato Paulista. O time será comandado por Reinaldo Bacilieri e tem no elenco 13 jogadores, entre eles o levantador experiente Everaldo Lucena.
O formato de competição da Superliga Masculina C costuma reunir clubes regionais e projetos formativos que buscam ascensão às divisões superiores; por isso, a participação de equipes como a de Itaquaquecetuba tem duplo papel: competir por vagas e consolidar trajetórias de atletas jovens.
O que se sabe até agora sobre a Superliga Masculina C
- A Superliga Masculina C é considerada a terceira divisão do voleibol nacional e garante quatro vagas para a Superliga B.
- A CBV não confirmou número de participantes, sedes completas ou calendário definitivo.
- Itaquaquecetuba receberá um dos grupos regionais no Ginásio Sumiyoshi Nakaharada, com Vôlei Itaquá como sede anfitriã.
- O projeto local prioriza integração entre categorias de base e elenco adulto.
Enquanto a CBV formaliza detalhes, clubes e projetos seguem a preparação. Em outras regiões, movimentações de times e escolhas de elencos sinalizam como a competição pode crescer em presença e nível técnico; reportagens sobre clubes e reforços recentes ajudam a contextualizar o cenário nacional, como iniciativas do JF Vôlei para disputar a Superliga C e projetos de renovação em equipes do interior.
Para entender melhor a movimentação fora de Itaquaquecetuba, confira cobertura sobre o JF Vôlei e a disputa da Superliga C, relatos sobre projeções de temporada em clubes de elite como o Sesi-Bauru e notícias sobre renovações e reforços em clubes que atuam em divisões superiores como o Praia Clube.
Impacto local e expectativa
Para Itaquaquecetuba, sediar um grupo da Superliga Masculina C significa visibilidade esportiva e oportunidade de atrair patrocinadores e público ao ginásio. A realização de jogos oficiais da competição pode fortalecer convênios locais, ampliar capacidade técnica do projeto comandado por Navajas e Marcondes e oferecer vitrine aos atletas em formação.
O público e patrocinadores devem acompanhar a apresentação oficial do elenco, quando a comissão técnica e jogadores serão oficialmente apresentados e quando dirigentes poderão detalhar apoio financeiro, calendário de jogos em casa e metas esportivas para a temporada.
Próximos passos
Até a divulgação do calendário pela CBV, clubes seguirão com treinamentos e amistosos para ajustar elenco e condicionar atletas. A expectativa do Vôlei Itaquá é usar a fase regional como plataforma de crescimento e brigar por uma das vagas que levam à Superliga B.
Com a confirmação de datas, a cidade deve intensificar ações de divulgação e venda de ingressos, além de protocolos operacionais no ginásio para receber delegações e torcedores. A expectativa local é de bom público e jogos competitivos, com foco em desenvolvimento de atletas e resultados esportivos.
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Fechamento: Itaquaquecetuba volta a ser palco regional da Superliga Masculina C e aposta no projeto local para buscar vaga na Superliga B, enquanto aguarda o calendário oficial da CBV e a confirmação das demais sedes.
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