Dani Lins Sesi-Bauru renovou contrato e projeta a nova temporada do Sesi-Bauru, onde já atua há mais de uma década e se declara identificada com a cidade: “Já sou bauruense”. A levantadora segue como uma das referências do time para 2026/27 e assume o papel de líder técnico dentro de quadra.
Dani Lins Sesi-Bauru: liderança e identificação
A permanência da jogadora no projeto passou pela identificação construída desde os tempos da Vila Leopoldina. Em evento de apresentação dos elencos feminino e masculino, Dani lembrou que foi a primeira atleta contratada para montar o time feminino em 2010 e destacou a relação da família com a cidade.
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Ela afirmou que a acolhida da cidade foi determinante: a filha se adaptou bem, o marido esteve ao seu lado durante a pandemia e a família estendeu a residência a outros parentes. Essa proximidade com Bauru transformou a jogadora em uma figura que vai além do elenco: é referência local e peça-chave na continuidade do projeto.
Entrosamento e o desafio de montar o time
Com mudança de comando técnico e reformulação do elenco, a principal missão apontada por Dani é acelerar o entrosamento entre as jogadoras. “A expectativa é muito boa. O time mudou bastante e a principal dificuldade para mim será justamente criar entrosamento com todo mundo, porque sou eu quem precisa distribuir as bolas”, disse a levantadora sobre o início da pré-temporada.
Ela lembrou que, anteriormente, já existia uma química construída e que agora precisa trabalhar para integrar a comissão técnica nova, as atletas que chegaram e a estrangeira anunciada. A levantadora reforçou que a preparação antes das competições será fundamental para um bom início.
Reforços anunciados e equilíbrio psicológico
Entre os acréscimos ao elenco estão nomes mencionados na apresentação, como Fingall e Milka. Dani comentou que a equipe ficou mais forte com as contratações, mas ressaltou que o rendimento dependerá da velocidade com que o grupo se ajustar.
Sobre a pressão externa — de dirigentes, torcida e imprensa — a atleta afirmou ser necessária cautela para que a cobrança não prejudique o desempenho: “A pressão sempre existe, mas eu procuro não colocar mais pressão em nós mesmas… precisamos trabalhar leves, soltas e confiantes para que as coisas aconteçam naturalmente.”
Saída de Léia e mistura de experiência e juventude
A aposentadoria de Léia, parceira de longa data dentro da equipe, foi comentada por Dani como uma mudança que será sentida. A levantadora citou diferenças de temperamento entre as duas e comemorou a chegada de atletas com quem já atuou, como Milka e Mayra, além da nova líbero Lívia.
- Objetivo imediato: acelerar entrosamento na pré-temporada.
- Calendário: Campeonato Paulista, Superliga e Mundial de Clubes estão na agenda.
- Composição: mistura de juventude e experiência após as mudanças.
O elenco do Sesi-Bauru já aparece em movimentações de mercado e renovações internas. Entre as publicações locais, há registros sobre outras decisões do clube, como a renovação de Sofia Will com a equipe (Sofia Will renova com Sesi-Bauru) e a contratação do levantador Bruno Alves para a temporada (Sesi-Bauru contrata Bruno Alves), movimentos que ilustram a reformulação do plantel.
Para Dani, a rapidez no ajuste do time será determinante ao longo de uma temporada longa, com muitos campeonatos: “É uma temporada longa, com muitos campeonatos, e quanto mais rápido encontrarmos esse ajuste, maiores serão as chances de alcançar os objetivos.”
Calendário e metas
O Sesi-Bauru inicia a temporada com o Campeonato Paulista e segue para competições nacionais e internacionais. A presença na Superliga e no Mundial de Clubes coloca o clube diante de desafios que exigem regularidade e preparação física, técnica e tática desde o começo.
Com Dani Lins Sesi-Bauru como peça central do sistema ofensivo, a expectativa é que a experiência da levantadora ajude a integrar as novas jogadoras em diferentes sistemas de jogo, reduzindo o tempo necessário para o encaixe coletivo.
“A gente precisa aproveitar a pré-temporada para acelerar esse processo e começar bem.”
Fechando a projeção, a levantadora mostrou otimismo em relação ao equilíbrio entre cobrança e leveza de trabalho, e destacou a importância de unir juventude e experiência para que o clube volte a brigar pelos principais títulos do calendário nacional.
Para acompanhar outras publicações sobre a montagem do elenco e as movimentações do Sesi-Bauru, confira também a cobertura sobre a criação de times regionais e a movimentação no vôlei nacional no portal (JF Vôlei cria time feminino e disputará a Superliga C).
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