João Vitor admitiu o incômodo com o jejum de gols e afirmou estar focado para o duelo do Fluminense-PI contra o América-RN pela segunda fase da Série D. O atacante ressaltou que, apesar da sequência sem marcar, tenta contribuir com assistências e orientação dentro de campo para ajudar o time tricolor a buscar a classificação.
João Vitor e o jejum de gols: situação e expectativa
O jejum de gols foi citado diretamente pelo atacante durante a semana de preparação. Segundo João Vitor, são cinco partidas sem balançar as redes, um período que o incomoda, mas que não o afasta do objetivo coletivo. Ele destacou que o trabalho presencial nos treinos e a confiança do treinador Ito Roque são fatores importantes para reverter o momento e chegar em bom nível ao jogo de ida, em Teresina.
O Fluminense-PI encerrou a fase de grupos na terceira posição do Grupo A7 com 14 pontos e agora encara um adversário que também teve campanha sólida: o América-RN foi vice-líder do Grupo A8 com 21 pontos. A primeira partida será no estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina, e a decisão acontece na Arena das Dunas, em Natal. Para acompanhar detalhes da programação e alterações, a direção do clube e a comissão técnica trabalham com atenção às datas e ao desgaste físico da equipe.
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Preparação tática e controle emocional
O técnico Ito Roque tem enfatizado a necessidade de um primeiro jogo de inteligência. Em entrevista, o treinador demonstrou confiança no elenco e na capacidade do grupo em minimizar erros. A rotina de treinamentos no CT Afrânio Nunes tem sido direcionada à organização defensiva, à criação de chances em transição e ao ajuste de posicionamento ofensivo para que jogadores como João Vitor possam encontrar mais oportunidades de finalização.
O próprio atacante destacou que, mesmo passando por um período sem marcar, busca ajudar com assistências e movimentação. “Não estou satisfeito com esse momento de passar cinco jogos sem marcar, mas consequentemente estou conseguindo ajudar a equipe com algumas assistências”, afirmou, lembrando que o foco coletivo é o principal objetivo para a sequência do mata-mata.
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Contexto da Série D e o duelo com América-RN
A Série D costuma apresentar confrontos equilibrados e de alto desgaste físico, sobretudo na fase mata-mata, quando as equipes disputam a vaga em dois jogos. Para o Fluminense-PI, o duelo contra o América-RN representa um desafio técnico e tático: o adversário nordestino vem de campanha consistente e tem peças ofensivas capazes de desequilibrar. Ainda assim, o elenco tricolor acredita na possibilidade de decisão favorável.
Na preparação para o confronto, a comissão técnica monitorou a condição dos atletas e trabalhou variações de ataque que possam diminuir a pressão sobre João Vitor e abrir espaços para que o time crie chances em maior número. A intenção é equilibrar a responsabilidade individual com a articulação coletiva, permitindo que o atacante recupere confiança e volte a marcar com regularidade.
Pontos-chave para o jogo de ida
- Manter a solidez defensiva para evitar gols que forcem ataques desesperados;
- Ajustar a compactação entre linhas para criar oportunidades de transição;
- Explorar flancos e bolas aéreas como alternativas ofensivas;
- Gerir a ansiedade e controlar o ritmo, especialmente nos minutos iniciais.
O clube também recebeu notícias positivas no elenco, com retornos e ajustes pontuais que podem influenciar na escalação. Para detalhes sobre mudanças na equipe, a reportagem apontou informações antecipadas sobre o retorno de volantes e a dúvida na lateral, fatores que podem alterar a dinâmica do time no confronto inaugural da segunda fase (retorno de volantes e a possível lateral).
Além disso, é importante contextualizar a campanha que levou o Fluminense-PI aos mata-matas; a equipe fechou a fase de grupos em terceiro lugar e avançou com uma combinação de resultados e pontuações que demonstram consistência ao longo da competição (campanha na fase de grupos).
A preparação para a segunda fase segue também com acompanhamento da tabela oficial da competição, que traz datas e horários dos confrontos decisivos, fundamentais para o planejamento de viagens e logística da delegação (tabela da segunda fase).
O papel de João Vitor na reta decisiva
Para reverter o jejum de gols, a expectativa é que o atacante mantenha a movimentação, procure infiltrações e se beneficie das variações ofensivas trabalhadas pelos treinadores. A equipe acredita que, com mais oportunidades criadas, a retomada das finalizações poderá acontecer naturalmente, sem pressionar em excesso o jogador.
O momento também serve como reflexão sobre o equilíbrio entre responsabilidade individual e contribuição coletiva: João Vitor reforça a ideia de que ajudar com assistências e recomposições defensivas é parte do papel que o camisa deve assumir quando o gol não vem. Em partidas de mata-mata, a inteligência tática e a entrega coletiva costumam pesar tanto quanto a eficiência nas finalizações.
O primeiro jogo entre Fluminense-PI e América-RN está marcado para o dia 20 de junho, às 16h, no estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina. A volta será no dia 27 de junho, às 16h, na Arena das Dunas, em Natal. A expectativa é que ambos os confrontos sejam disputados e decididos nos detalhes, com foco na solidez defensiva e na capacidade de aproveitar oportunidades.
Em síntese, João Vitor reconhece o desconforto do jejum de gols, mas mantém postura profissional e foco no coletivo. A confiança do técnico Ito Roque e o trabalho da comissão técnica buscam criar as condições necessárias para que o atacante reencontre o caminho das redes e contribua para a classificação do Fluminense-PI.
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