Michael Olise é visto como uma das apostas da França na Copa do Mundo 2026: atacante de 24 anos, camisa 11, com estilo reservado fora das quatro linhas e repertório técnico que o coloca entre as opções ofensivas de Didier Deschamps.
Michael Olise: perfil e rotina
Nascido em Londres, de pai nigeriano e mãe franco-argelina, Michael Olise construiu trajetória que passou pelas categorias de base do Chelsea e do Manchester City, passou pelo Reading na segunda divisão inglesa e ganhou projeção no Crystal Palace antes da transferência ao Bayern de Munique. A opção por defender a França veio por identificação afetiva: ídolos como Zidane e Thierry Henry marcaram sua formação.
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O estilo fora de campo também chama atenção. Olise publica raramente nas redes sociais e adotou uma postura de pouca exposição; disse à Highsnobiety que sua presença no Instagram é “puramente orgânica”. A mesma sobriedade aparece nas entrevistas e nas comemorações: ele afirmou que não é uma pessoa extremamente emocional e costuma reagir de forma contida após os gols.
Trajetória e influência de Thierry Henry
No currículo, há passagens pelas bases do Chelsea e do Manchester City, um período formativo no Reading e ascensão no Crystal Palace. Entre os momentos marcantes, o gol salvador nos acréscimos que viralizou em 2022 e o papel central na seleção olímpica francesa de 2024, quando vestiu a camisa 10 sob o comando de Thierry Henry. A experiência nas Olimpíadas, em Paris, foi destacada por Olise como única e valiosa pela convivência com colegas das categorias de base e pelo apoio da torcida.
Para entender as opções táticas que envolvem Olise e Dembélé, leia a análise sobre o dilema de Deschamps, que traz contexto sobre as escolhas do treinador na frente de ataque.
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A convocação e a participação na seleção principal colocam Olise em campo ao lado de estrelas consagradas, como Kylian Mbappé e Ousmane Dembélé. Mesmo assim, o comportamento discreto e a prioridade no trabalho diário fazem dele uma alternativa interessante para momentos decisivos: concentração, habilidade e leitura de jogo costumam definir sua presença ofensiva.
Hobbies, filosofia e personalidade
Fora das quatro linhas, Olise diz que joga xadrez, tênis de mesa e críquete — esporte no qual o pai, Wole Olise, atuou pela seleção da Nigéria. O atacante relatou que perdeu recentemente uma partida de xadrez para o companheiro de clube Jamal Musiala. Também tem uma tatuagem com a palavra japonesa “kaizen”, que simboliza a filosofia de melhoria constante: “cada dia um pouco mais”.
- Gostos pessoais: xadrez, tênis de mesa e críquete;
- Referências: Zidane, Thierry Henry, Ribéry;
- Filosofia: kaizen — evolução gradual e contínua.
Esses elementos ajudam a explicar por que Michael Olise prefere ações e resultados em campo a exposições midiáticas: a postura prática combina com a ideia de aperfeiçoamento passo a passo e com a alternativa de se destacar pelo desempenho.
Antes do confronto contra o Senegal, em Nova Jersey, marcado para terça-feira às 16h, Olise terá a chance de consolidar o papel que a imprensa e a torcida projetam. Informações sobre transmissão e escalações para o jogo estão disponíveis no guia sobre França x Senegal: onde assistir, que reúne horários e cobertura.
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No noticiário mais amplo sobre a seleção, recentes declarações da comissão técnica ajudam a colocar resultados e desempenho em perspectiva; veja também como Deschamps minimizou uma derrota em amistoso e tratou o jogo como alerta para ajustes.
“Eu não sou uma pessoa super emocional. Não reajo da mesma forma que todo mundo reage.” — Michael Olise, em entrevista à Highsnobiety.
O desafio é traduzir a qualidade técnica em regularidade ao mais alto nível de competição. A França, candidata ao título, pode se beneficiar de um jogador que combina técnica refinada com disciplina tática — e é exatamente esse equilíbrio que coloca Michael Olise na agenda durante a Copa.
Fechamento: o atacante reúne elementos que vão além do talento com a bola: trajetória em clubes, influência de referências francesas e uma postura que privilegia o trabalho diário. A cena da Copa será uma prova adicional do que já se vê nos clubes e nas competições recentes.
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