Em 19 partidas sob comando de Cuca, o treinador utilizou 32 atletas e mantém o foco na formação de uma base curta enquanto avalia o elenco do Santos para a sequência da temporada. O técnico soma seis vitórias, oito empates e cinco derrotas, com 26 gols marcados e 22 sofridos, aproveitamento de 45,6% dos pontos disputados.
Análise do elenco do Santos
A ideia anunciada por Cuca desde a chegada foi clara: reduzir o número de peças titulares a uma base de cerca de 15 jogadores e, dentro desse núcleo, buscar soluções internas. A expressão “elenco do Santos” entrou no centro do planejamento do treinador, que tentou rodar a equipe e testar alternativas antes de eventuais reforços na próxima janela.
Contexto da rotação
Com jogos a cada três dias na moderna rotina do futebol, Cuca repetiu uma avaliação já comum entre treinadores: não é possível ter apenas 11 jogadores sempre disponíveis. “Você ter 14 ou 15, saber com quem você luta e pelo que. É isso que a gente busca”, afirmou o técnico após a estreia pelo Santos no empate com o Cruzeiro. A avaliação prática passou pelo uso amplo do elenco do Santos.
A rotatividade também serviu para dar minutos a jovens promovidos da base e acelerar decisões de contrato, além de oferecer alternativas diante de um calendário apertado. Alguns jogadores ganharam mais sequência; outros apareceram em poucos minutos por diferentes motivos, entre opções técnicas e problemas físicos.
Quem mais atuou e o aproveitamento
Entre as observações que sustentam a análise do elenco do Santos está a distribuição de minutos: a intenção do clube e do treinador foi conhecer as opções antes de tomar decisões mais definitivas. Em campo, a lista de utilizados mostra tanto peças consolidadas quanto nomes em avaliação.
- Goleiros: Gabriel Brazão e Diógenes.
- Laterais: Igor Vinícius, Mayke, Escobar e Rafael Gonzaga.
- Zagueiros: Lucas Veríssimo, Luan Peres, Adonis Frías, João Ananias e Zé Ivaldo.
- Meias: Gustavo Henrique, João Schmidt, Willian Arão, Christian Oliva, Tomás Rincón, Miguelito, Rollheiser, Gabriel Menino, Gabriel Bontempo, Samuel Pierri e Zé Rafael.
- Atacantes: Álvaro Barreal, Gabigol, Rony, Thaciano, Lautaro Díaz, Moisés, Neymar, Robinho Jr., Mateus Xavier e Davizinho.
Quem pode sair do elenco do Santos
Além das avaliações técnicas, o clube também observou que alguns atletas possivelmente não integrarão os planos para a sequência. O texto original destacou nomes com tendência a não permanecer: Mayke, Zé Ivaldo, Tomás Rincón e Zé Rafael. Essas avaliações já constam na pauta de decisão da diretoria e da comissão técnica.
O caso de Zé Rafael vem sendo tratado com atenção na imprensa local; a passagem do jogador pelo clube e o futuro incerto foram objeto de análise em reportagem dedicada, que examina o impacto e as razões por trás da avaliação do meio-campista no Peixe. Saiba mais sobre a passagem de Zé Rafael no Santos.
Lesões e oportunidades para jovens
Problemas físicos foram um dos fatores que limitaram a utilização mais frequente de alguns nomes: o meia-atacante Thaciano e o meia Gabriel Menino apareceram entre os que tiveram lesões durante o período, reduzindo sua participação. Em contrapartida, jovens revelações receberam chances: João Ananias, Rafael Gonzaga, Samuel Pierri e Davizinho integraram partidas e ganharam experiência.
O clube também oficializou decisões contratuais com atletas formados na base. Um exemplo direto dessa política é a renovação de Miguelito, um jogador que ganhou espaço nas últimas rodadas antes da pausa, cuja extensão de vínculo foi tema de matéria específica sobre a renovação de Miguelito.
O que significa uma base de 15
Quando Cuca fala em construir uma base de 15 jogadores, a intenção é clara: ter um grupo de confiança para a maioria das partidas, com alternativas pontuais entre os demais atletas do elenco do Santos. Essa estratégia visa reduzir instabilidade tática e física ao longo da temporada, mantendo espaço para jovens que surgem da base.
Na prática, a abordagem busca equilíbrio entre resultados imediatos e desenvolvimento de atletas. A ampliação do uso do elenco do Santos permitiu ver combinações distintas, testar formações e observar o comportamento de jogadores em situações distintas de jogo.
Fechamento
O diagnóstico de Cuca sobre o elenco do Santos — com 32 jogadores utilizados e foco em encontrar uma base reduzida — deve orientar as próximas decisões do clube, especialmente na janela de transferências. A comissão técnica e a diretoria têm agora a tarefa de decidir quais peças serão mantidas, quais terão oportunidades e quais têm tendência a deixar o clube.
O cenário segue em evolução e deve ser acompanhado nas próximas semanas, junto às definições de mercado e ao retorno das competições. Para acompanhar mais notícias e bastidores do time e da base santista, siga as coberturas especializadas.
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