CBF e Vasco prestaram homenagens após a morte de Brito zagueiro, ex-zagueiro titular da Seleção Brasileira tricampeã em 1970, que morreu aos 86 anos nesta quinta-feira. A confirmação do óbito foi seguida por notas oficiais da Confederação e do clube de São Januário, que ressaltaram a trajetória do defensor e a importância de sua contribuição ao futebol brasileiro.
Brito zagueiro: legado e homenagens
Em nota, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) “lamenta profundamente o falecimento de Brito, ex-zagueiro e campeão mundial pela Seleção na Copa do Mundo de 1970, aos 86 anos” e se solidarizou com familiares, amigos e torcedores. O presidente da entidade, Samir Xaud, também falou em nota: “Brito nos deixou como um dos grandes zagueiros da história do futebol brasileiro. Sua contribuição para o tricampeonato mundial na Copa de 70 será eternamente lembrada por todos nós.”
O Vasco, clube que revelou o jogador, publicou uma mensagem lembrando que Hércules Brito Ruas era “vascaíno de berço” e relembrou passagens e conquistas com a Cruz de Malta. Segundo o comunicado oficial do clube, Brito disputou 405 jogos e anotou 11 gols em duas passagens por São Januário (1957 e de 1959 a 1969), além de ter vencido torneios como o Torneio de Paris de 1957 e o Rio–São Paulo de 1966.
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O ex‑zagueiro também representou a seleção em duas Copas do Mundo (1966 e 1970) e integrou o grupo campeão no México. De acordo com as informações divulgadas, Brito havia passado por internação recente por quadro de pneumonia antes do falecimento. A morte do defensor amplia a lista de integrantes daquele grupo de 22 convocados em 1970 que já não estão mais entre nós: Félix, Carlos Alberto, Fontana, Everaldo, Joel Camargo e Pelé, além do técnico Zagallo, também faleceram.
Carreira de clubes
Brito teve passagem marcante pelo Vasco, mas também defendeu outros clubes ao longo da carreira. Entre as equipes nas quais atuou estão:
- Vasco (revelado em São Januário)
- Internacional
- Flamengo
- Cruzeiro
- Botafogo
- Corinthians
- Athletico-PR
- Deportivo Galicia (Venezuela)
- Democrata‑GV
- River‑PI
A trajetória nos clubes e o porte físico nas atuações na defesa foram determinantes para que Brito zagueiro fosse chamado para a seleção e participasse do ciclo que culminou no tricampeonato em 1970.
Para quem quiser relembrar os detalhes da partida e o contexto da morte do defensor, há cobertura dedicada que reúne histórico e reações: reportagem sobre a morte de Brito e outra matéria que destaca o impacto da perda entre os tricampeões: Brito tricampeão mundial morre; Brasil perde sétimo campeão de 1970. Além disso, a relação de vascaínos convocados para Copas é útil para contextualizar sua ligação com o clube: vascaínos na Copa.
As notas oficiais e as recordações de companheiros e torcedores destacam não só a participação de Brito no Tri, mas também a figura que se tornou dentro do Vasco. O clube agradeceu o empenho e a identificação do jogador com a Cruz de Malta: “Obrigado por tudo, ídolo! Descanse em paz.”
Repercussão e memória
A morte de Brito zagueiro reacende a lembrança de um período de ouro para a Seleção Brasileira e motiva a homenagem de ex‑companheiros, clubes e entidades. Em um momento em que muitos ídolos daquele elenco já faleceram, a perda reforça a importância da preservação da memória esportiva e da transmissão dessas histórias para as novas gerações.
Para torcedores e interessados em acompanhar mais imagens e atualizações sobre o futebol e as homenagens a personalidades como Brito, há compilados e galerias que reúnem registros de partidas e conquistas.
CBF e Vasco seguirão com comunicados oficiais sobre cerimônias, manifestações e possíveis homenagens formais. Até lá, permanece a lembrança da contribuição de Brito zagueiro à Seleção e ao futebol nacional.
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