Atual campeã do mundo, a Argentina chega à Copa do Mundo de 2026 com a missão de defender o título e, ao mesmo tempo, tentar quebrar o tabu histórico que desde 1993 acompanha as seleções que iniciam o Mundial na liderança do ranking da Fifa.
A alteração no topo da tabela ocorreu após a derrota da França por 2 a 1 para a Costa do Marfim, em amistoso disputado em Nantes, resultado que deixou a Argentina novamente como número 1 do ranking. A Espanha aparece em segundo lugar, enquanto a França caiu para a terceira posição.
tabu histórico: retrospecto desde 1994
O chamado tabu histórico foi destacado por veículos internacionais como uma espécie de maldição: desde que o ranking da Fifa foi implementado, em agosto de 1993, nenhuma seleção que começou a Copa do Mundo na liderança conseguiu ser campeã naquele torneio. A sequência começou em 1994 e se repete em diversas edições subsequentes.
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O histórico listado pelas fontes mostra as edições em que o líder do ranking foi diferente do campeão final:
- 1994: Alemanha (líder do ranking) — campeão: Brasil
- 1998: Brasil (líder do ranking) — campeã: França
- 2002: França (líder do ranking) — campeão: Brasil
- 2006: Brasil (líder do ranking) — campeão: Itália
- 2010: Brasil (líder do ranking) — campeão: Espanha
- 2014: Espanha (líder do ranking) — campeão: Alemanha
- 2018: Alemanha (líder do ranking) — campeão: França
- 2022: Brasil (líder do ranking) — campeão: Argentina
A lista reforça o caráter enigmático do tabu histórico, que se mantém mesmo com mudanças nas gerações de jogadores, nos treinadores e nas fórmulas de avaliação da Fifa. Para a Argentina, liderada por Lionel Messi, a tarefa é dupla: preparar o time para a competição e lidar com a pressão de entrar no Mundial como favorito do ranking.
Na preparação para a Copa, a seleção argentina promove jogos e testes que ajudam a afinar a equipe. Notícias recentes registraram retornos e atuações de destaque do capitão: por exemplo, em reportagens anteriores o time figurou em partidas-trecho da preparação, como quando Messi voltou e a Argentina venceu a Islândia por 3 a 0, e em outro amistoso que também marcou sua volta às redes, conforme relato em reportagem sobre a atuação de Messi antes da Copa.
Embora o ranking seja um termômetro do momento de cada seleção, a história mostra que o desempenho no torneio nem sempre segue a hierarquia da classificação. Exigências físicas, chaveamentos, momentos decisivos e variáveis de curto prazo explicam parte das surpresas que acabam por alimentar o tabu histórico.
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Analistas e torcedores observam também a proximidade do Mundial e as oscilações no ranking. A liderança argentina é relativamente recente: em março a França havia retomado o topo após vitórias sobre Brasil e Colômbia e um tropeço da Espanha, mas o revés diante da Costa do Marfim provocou a nova troca no comando da tabela.
O que a liderança significa na prática
Ser número 1 no ranking da Fifa traduz um reconhecimento da sequência de resultados e da força do elenco em um dado período. No entanto, como mostrou o histórico, isso não garante automaticamente a conquista do título mundial. O tabu histórico evidencia que favoritos estatísticos frequentemente esbarram em imprevistos dentro da competição.
Para a Argentina, além da responsabilidade esportiva, há o desafio mental: carregar a condição de atual campeã e favorita ao mesmo tempo que tenta desconstruir uma série negativa que já atravessa oito Mundiais desde 1994.
Enquanto a Copa de 2026 se aproxima, a seleção seguirá nos campos de preparação e em amistosos cujo objetivo é ajustar pontos táticos e físicos. O acompanhamento pré-Copa inclui decisões do comando técnico, avaliação de atletas e definição de elenco — etapas que terão impacto direto na busca por encerrar o tabu histórico.
Para leitores que acompanham a trajetória da Argentina rumo ao torneio, há material complementar no histórico de coberturas do time e de Messi: por exemplo, veja o panorama de escalação em Argentina com Messi titular: time provável antes da Copa, que detalha opções e contextos da equipe.
Fechamento: a Argentina entra na Copa do Mundo de 2026 com a ambição de repetir o título e, simultaneamente, de pôr fim a um fenômeno estatístico que virou referência nas análises pré-Copa. O desfecho só virá com o apito final do torneio, quando ficará claro se o país conseguirá quebrar o tabu ou vê-lo se estender por mais uma edição.
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