Bortoleto pilota Audi Nuvolari 1001 cavalos em Mônaco hoje

Gabriel Bortoleto ao volante do Audi Nuvolari 1001 cavalos
Gabriel Bortoleto pilota Audi Nuvolari, carro superesportivo da marca — Foto: Rodrigo França

Gabriel Bortoleto acelerou um Audi Nuvolari 1001 cavalos durante as atividades prévias ao GP de Mônaco, duas voltas no traçado de Monte Carlo em um superesportivo híbrido que chamou atenção pela potência e pela engenharia.

Gabriel Bortoleto ao volante do Audi Nuvolari 1001 cavalos
Gabriel Bortoleto pilota Audi Nuvolari, carro superesportivo da marca — Foto: Rodrigo França

O carro, apresentado nesta semana na Riviera Francesa, combina motor V8 biturbo e três motores elétricos, alcança mais de 350 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos. A montadora anunciou uma produção limitada a 499 unidades e preço estimado próximo de R$ 4 milhões.

Audi Nuvolari 1001 cavalos

A experiência de Bortoleto ocorreu pouco antes da largada do GP de Mônaco: o brasileiro dividiu o cockpit com Nico Hulkenberg para duas voltas rápidas em Monte Carlo — não em um carro de F1, mas em um superesportivo de rua com performance extrema. A presença da novidade no paddock reforça o interesse das marcas de alto desempenho em associar tecnologia de produção à imagem nas pistas.

O que o carro oferece

Entre os números mais comentados estão a potência declarada de 1.001 cavalos, a combinação híbrida que reúne um V8 biturbo e três motores elétricos, e a estrutura leve — carroceria em carbono e chassi com elementos de alumínio —, resultando em massa próxima de 1.730 kg.

  • Potência: 1.001 cv;
  • Aceleração: 0-100 km/h em 2,6 s;
  • Velocidade máxima: superior a 350 km/h;
  • Produção: limitada a 499 unidades;
  • Preço estimado: ~R$ 4 milhões.

O conjunto técnico e a exclusividade tornam o modelo um dos mais potentes lançados pela marca em mais de um século de história, posicionando-o como um carro de vitrine para a engenharia e para a presença comercial da Audi.

Repercussão e declarações

Bortoleto avaliou a aceleração e a sonoridade do conjunto como marcantes, destacando que a iniciativa da Audi representa um passo relevante para a marca, especialmente após mudanças na direção executiva. O piloto afirmou ver potencial positivo para a empresa e para a própria carreira, caso a montadora amplie sua atuação nas competições.

No paddock, a novidade também gerou conteúdo editorial sobre a relação entre pilotos e fabricantes: reportagem sobre a nova casa da Audi em Mônaco relacionou a presença de Bortoleto ao movimento da marca nos bastidores no paddock de Mônaco.

Além disso, o nome de Bortoleto aparece em recentes matérias do site, como análises sobre sua visão a respeito da ascensão de outros pilotos e sua posição nas atividades oficiais do fim de semana comentando a ascensão de Antonelli e em cobertura dos treinos do GP em que foi destaque brasileiro.

Detalhe do Audi Nuvolari durante exposição em Mônaco
Gabriel Bortoleto pilota Audi Nuvolari, carro superesportivo da marca — Foto: Rodrigo França

Desempenho de Bortoleto no GP

No domingo de corrida, porém, os resultados em pista não acompanharam o brilho do superesportivo. Bortoleto largou dos boxes após o carro de número 5 apresentar um problema ao sair da garagem e, mesmo com boa recuperação, finalizou em 11º. Nico Hulkenberg, que também testou o Audi Nuvolari 1001 cavalos horas antes, cruzou dentro do top-10, mas recebeu 10 segundos de punição e ficou em 13º.

O que vem a seguir

Com a limitação de produção em 499 unidades, o Audi Nuvolari tende a ser objeto de desejo entre colecionadores e entusiastas — e a aparição no paddock de Mônaco foi estratégica. Para os pilotos, a exposição traz oportunidades de relacionamento com as fábricas e de ampliar o diálogo entre competições e modelos de rua.

Para acompanhar mais imagens e bastidores da presença de marcas e pilotos em Mônaco, acesse o nosso conteúdo sobre o paddock e siga as atualizações também no Instagram para material exclusivo: instagram.com/guiaesportivobrasil.

Em resumo, a passagem de Gabriel Bortoleto ao volante do Audi Nuvolari 1001 cavalos reforça o encontro entre tecnologia automotiva e o espetáculo da Fórmula 1, ao mesmo tempo em que lembra as dificuldades que um fim de semana de corrida pode apresentar em termos de resultado.

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