Os jogadores da Ponte Preta retomaram os treinos no Centro de Treinamento do Jardim Eulina, em Campinas, após um protesto devido a salários atrasados. A decisão de voltar aos treinos ocorre depois de uma paralisação na quarta-feira em que os atletas do elenco profissional se abstiveram de treinar.
Na reapresentação, que sucedeu o empate contra o Botafogo-SP, o time esteve presente, mas sem realizar atividades. Antes da partida de segunda-feira, uma nota publicada nas redes sociais pelos jogadores destacou que parte do elenco não recebeu nenhum pagamento durante todo o ano de 2026.
No manifesto, os atletas declararam que o vice-presidente Marco Antonio Eberlin prometeu regularizar as pendências até o final de maio, mas o compromisso não foi inteiramente cumprido pela diretoria.
O protesto foi para sinalizar a insatisfação com a condução dos dirigentes no dia a dia, mas sem comprometer a preparação para o próximo jogo, disseram jogadores à reportagem do ge.
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As dívidas variam entre os jogadores e também afetam membros da comissão técnica e outros funcionários. Conforme informações apuradas, o último pagamento foi parcialmente direcionado a alguns colaboradores.
Apesar dos protestos, a equipe da Ponte Preta descarta a possibilidade de W.O. em seus compromissos futuros. Na vice-lanterna da Série B com oito pontos, a equipe se prepara para enfrentar o Cuiabá, 15º colocado, na próxima terça-feira, às 19h, no Estádio Moisés Lucarelli.
Edson Boaro assumirá interinamente o comando da equipe, contando com o respaldo do departamento de futebol diante das dificuldades em encontrar um novo técnico no mercado.
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